Este Blog foi escrito para o Público LGBT de todas as idades que estão a pensar em assumir-se. Nós sabemos que tomar a decisão de se assumir pode ser assustadora e desgastante. É por estas razões e devido ao nosso trabalho na área de homossexuais que fizemos este Blog. Acreditamos que informação útil e as experiências de outras pessoas em assumirem-se podem preparar-te para algumas das consequências que podem resultar de te assumires perante a família e amigos. Blog que reúne as principais notícias sobre o público Gls Glbt Lgbt (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). Tem por objetivo manter tal comunidade informada, para que usufruam de seus direitos, comemorem suas conquistas e lutem pela diminuição do preconceito. Deixe seu recado, mande suas fotos e videos poste no nosso blog Faça parte você também Participem deste blog, Mail sociedadelgbt@hotmail.com

quarta-feira, 18 de abril de 2012

HOMOSSEXUAIS SÃO AGREDIDOS VIOLENTAMENTE POR TAXISTAS DO AEROPORTO DO RIO

Dois homossexuais que tentavam pegar um taxi no aeroporto internacional do Galeão do Rio de Janeiro foram agredidos violentamente por dois taxistas. A agressão nazi-fascista foi motivada porque os dois homossexuais não quiseram fazer a corrida em um dos taxis de um dos dois motoristas.
Ao se recusarem entrar no taxi o motorista iniciou uma sessão de palavrões e depois passou para a agressão física com socos e chutes. Um rapaz que passava no momento tentou apartar a covarde agressão, mas foi surpreendido com a entrada violenta de outro motorista na agressão, sobrando para ele alguns socos.
Um dos rapazes caiu no chão e foi o que um dos agressores quis: passou a chutar-lhe a cabeça. A violência continuaria se não fosse à interferência de seguranças e policiais. Uma dos agressores, de 31 anos, foi imediatamente preso, o outro, de 41 anos, fugiu sendo logo em seguida identificado e preso.
Os dois violentos agressores foram indiciados por tentativa de homicídio, e os rapaz que foi vítima dos chutes na cabeça teve vários ossos do rosto quebrado e se encontra internado em um hospital na Ilha do Governador, mas não corre risco de morte. 

Homofobia é tabu em sala de aula

 

Capacitação de professores e nova abordagem do tema, relacionando-o com ciências humanas, são necessárias para que o problema seja repensado

 Atos de homofobia por discriminação ou violência são uma realidade em salas de aula, o que reforça a importância de debates sobre a diversidade sexual nas escolas. O problema é que muitas vezes faltam capacitação e preparo para o profissional de educação lidar com um assunto que já não é novidade, mas que para muitos continua um tabu.A dificuldade de discutir a violência contra homossexuais em instituições de ensino foi objeto de estudo da tese de doutorado “O silêncio está gritando: a homofobia no ambiente escolar”, defendida recentemente pelo presidente da Associação Brasileira de Lés­­bicas, Gays, Travestis e Tran­se­xuais (ABGLT), Toni Reis, na Uni­versidad de la Empresa de Mon­tevidéu, no Uruguai. Reis fez uma pesquisa qualitativa em quatro escolas de Curitiba que mostrou que há homofobia no sistema de ensino.

 
Antônio Costa / Gazeta do Povo / Toni Reis, presidente da ABGLT, também defende que a homofobia seja tratada dentro da área de Direitos HumanosToni Reis, presidente da ABGLT, também defende que a homofobia seja tratada dentro da área de Direitos Humanos 
 

Apesar de pouco abordado nas escolas, o combate à homofobia tem a ajuda de algumas políticas públicas. Veja quais são os programas da Secretaria de Estado da Educação:Nome SocialPara estudantes travestis ou transexuais, acima dos 18 anos, o espelho do livro de registro de classe, o boletim e o edital de notas são redigidos com o nome social. As declarações e o histórico escolar ainda são feitos com o nome civil. No caso de profissionais da educação, o nome social também é respeitado.Encontro Estadual de Educação LGBTO encontro promove o diálogo entre os educadores para torná-los qualificados para lidar com as diferentes temáticas referentes à homofobia. O evento é necessário, pois, com as diversas práticas discriminatórias, as crianças que sofrem diretamente com elas acabam desistindo dos estudos.Saúde e Prevenção nas EscolasOs cursos visam formar professores e profissionais da saúde para lidar com a promoção e a prevenção da saúde entre adolescentes e jovens. Entre os assuntos abordados estão conteúdos de gênero, diversidade sexual e direitos sexuais.Protagonismo JuvenilO programa procura desenvolver a educação entre os alunos de escolas estaduais. São discutidos temas como uso de drogas, maternidade e paternidade responsável, racismo, gênero e diversidade sexual e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

O acompanhamento de discussões em grupos de estudantes e professores e entrevistas com responsáveis pelas escolas levaram à conclusão de que há políticas públicas para lidar com a questão, mas elas não são colocadas em prática. “Falta formação e falta discussão sobre o tema. Os professores não têm uma educação continuada e se sentem inseguros para lidar com a situação”, conta Reis.Professora do Núcleo de Edu­ca­­ção da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Araci Asinelli da Luz considera que as escolas não têm trabalhado a sexualidade. “O que a escola faz é trazer a questão somente quando o problema aparece e mostra como ela não sabe lidar com o problema.” Para ela, há ausência de políticas públicas claras para as salas de aula. “O desconhecimento é uma maneira das pessoas lidarem com a questão. Não ver ou não querer ver resolve o problema porque ele vai embora”, afirma.Nova abordagemO psiquiatra Lincoln César An­­drade, especialista em sexualidade humana, afirma que os professores precisam ter contato com seu próprio preconceito para poderem trabalhar o tema com os alunos. Andrade explica que para que o professor vivencie o assunto, o ideal é que o trabalho seja feito em grupo para que o docente se coloque no lugar do aluno que sofre a homofobia e veja como é agressivo ter de esconder sua orientação sexual.Os especialistas concordam que a abordagem sobre a homossexualidade na escola não é a mais adequada. Para eles, o tema não devia estar ligado às áreas de Saúde e Biologia. “Esse é um tema de Direitos Humanos. As pessoas têm que ser respeitadas. É preciso fazer valer isso no cotidiano e aceitar a diversidade como nossa realidade”, explica Araci.A Secretaria Municipal da Educação de Curitiba (SME) tem um plano de ação que irá tratar da homofobia em outros campos. A previsão é de que o projeto seja implantado ainda no primeiro semestre deste ano. “Geralmente, se trabalha o assunto na aula de Ciências. Não queremos que ele seja estritamente biológico, mas também histórico, social e cultural”, explica Elaine Beatriz de Oliveira Smyl, coordenadora de Educação para as Relações Étnicorracias e de Gênero da SME.Reis, que viveu e vive a homofobia no seu cotidiano, concorda que a nova abordagem é necessária. “Parece óbvio que a homossexualidade deve ser tratada como direito humano. Eu, com 47 anos, especialização, mestrado, sempre achava que devia estudar o tema para as pessoas me respeitarem”, conta. “Mas, não. O respeito tem que ser para com o ser humano, não importando outras coisas. Não precisa saber o que faz a pessoa ser homossexual; isso já carrega um preconceito. O que precisa é respeito”, completa Reis.Após polêmica, MEC engaveta projetoSuspensos desde maio do ano passado, os kits do projeto “Escola sem Homofobia” não têm prazo para chegar às salas de aula. Com a recente posse de Aloizio Mercadante como ministro da Educação, o ministério (MEC) não sabe como fica a situação do polêmico kit.Composto por um guia para professores do ensino médio e três vídeos para serem passados em sala de aula, o kit gerou polêmica na bancada religiosa do Con­­­gresso e chegou a ser chamado por alguns de “kit gay”. Para a professora do Núcleo de Educação da UFPR, Araci Asinelli da Luz, o nome dado já é preconceituoso. “Quando se coloca um estigma desses, o preconceito da sociedade vem junto, como se o assunto tivesse que ser engolido goela abaixo.”Araci destaca que o kit serve como medida de emergência. “Há necessidade de abordagem imediata, de um material de apoio que dê conta de corrigir alguns conceitos. A discussão está chegando na escola e os professores precisam ter uma referência”, diz.O presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Tra­­vestis e Transexuais, Toni Reis, afirma que falta material didático para os professores trabalharem a questão. “Vamos ter que desenterrar esse material suspenso. Esperamos sensibilizar a presidente [Dilma Rousseff] para que cada município e estado tenha acesso a esse material.”Para os dois, a resistência de alguns setores da sociedade ao tema dificulta a existência do kit. “Como o tema é polêmico, tentaram colocar uma dúvida sobre o material para tentar quebrar a confiabilidade dele. Ele precisava de revisões, mas já testei com alguns alunos de ensino médio e é um começo”, conta Araci.ProibiçõesReis também lembra que a suspensão do kit abriu precedente. “Em alguns lugares [como São José dos Campos, em São Paulo] surgiram projetos de lei que proíbem a discussão da diversidade sexual nas escolas”, lamenta.

 

17/04/2012 - Audiência no Senado com gays e evangélicos em Brasília vira perigoso circo na mídia



UFC que nada, a mídia aguarda para o próximo dia 15 de Maio um embate entre o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT) Toni Reis e pastor Silas Malafaia, em Brasília. Pelo menos assim a mídia tem divulgado uma importante reunião para se discutir a PLC 122 no Senado, como se fosse a luta do século

Nem todo homossexual se incomoda com a atitude de alguns fanáticos religiosos que insistem em pregar contra gays. Nem todo evangélico discrimina os homossexuais ou vê neles alguma forma de pecado. Toni Reis não representa os gays, assim como Silas Malafaia, o pastor da Igreja Vitória em Cristo, não carrega qualquer legitimidade de falar em nome dos evangélicos ou de Deus. Eles representam as entidades que fazem parte, ponto. Ambos irão se encontrar no dia 15 de Maio em audiência pública no Congresso Nacional sobre o projeto de lei que busca criminalizar a homofobia no Brasil. O encontro é divulgado pelos dois, com ares de já ganhou e promessa de muita emoção.

A mídia lança a data e o embate como se houvesse uma guerra declarada entre comunidades. O que há, na verdade, são suas personalidades que se auto atacam na mídia, em nome dos grupos que supostamente representam. A discussão já saiu da discussão e entrou no campo das vaidades. Malafaia se dirige a Toni Reis diretamente, o mesmo ocorre do outro lado. Os dois já teriam entrado na Justiça contra o outro por calúnia e difamação. Mesmo assim,  concordaram de participar de tal audiência pública.

O evento ocorrerá um dia antes da Marcha Nacional LGBT, no Senado Federal, dia 16, onde o projeto espera para entrar em votação. Se Malafaia convocar seu séquito para estar com ele em Brasília, pode realmente haver um perigoso choque “de culturas”, em plena Esplanada dos Ministérios, até mesmo durante a audiência no Senado.

A “briga” tira foco da discussão principal, sobre aquele gay esquecido pelos legisladores, pela Justiça, pelo governo e que perde a fé em Deus, por ser vítima de preconceito em casa, na escola, no trabalho e por onde ele passa. Aquele gay que vive com medo de ser morto ou de viver, porque o preconceito o paralisa. É para este gay que precisamos aprovar uma lei que diga que o mundo é um lugar seguro para ele e que não será discriminado por ser diferente.

Deputados argentinos devem aprovar lei que permite casamento de gays estrangeiros no país

Quase dois anos após a aprovação do casamento gay, a Argentina parece estar disposta a se firmar como um espaço capaz de garantir os direitos LGBT em sua totalidade.

Prova disso é um projeto de lei que casais de gays e lésbicas do mundo inteiro se casem em Buenos Aires sem que precisem comprovar residência fixa no país. O texto explica que para a realização do casamento será preciso apresentar o passaporte com o carimbo de entrada no país, o endereço onde o casal está temporariamente e um comprovante de duração do tempo em que pretendem ficar na Argentina.

O projeto de lei lembra que o artigo 20 da Constituição do país estabelece que “enquanto estiverem em território argentino, todos os estrangeiros estarão protegidos pelos direitos civis conferidos aos cidadãos, podendo se casar de acordo com a lei”.

Recentemente, os paraguaios Simón Cazal, de 31 anos, e Sergio Lopez, de 18, se tornaram o primeiro casal gay estrangeiro a realizar o casamento no país.

Educação e Diversidade Sexual

Conversando dias atrás com alguns amigos no MSN, me deparei com a pergunta "o que você acha de escolas GLBT?".
A principio estranhei o termo "GLBT". Me questionei se seria escola para filhos oriundos de famílias homoafetivas ou escola para indivíduos homossexuais.
Logo entendi que se tratava de escola para filhos oriundos de famílias homoafetivas.
Opinei como critica da sociedade, mãe, homossexual e estudante de direito. Pequenos detalhes que talvez valorizem a minha opinião a respeito do assunto.
Em primeiro lugar, vejo que existem pontos positivos e negativos na relação "Escola direcionada a filhos de pais Homossexuais", podendo exaltar, em primeiro lugar, ao fato de que, estando em uma escola assim, as chances de uma criança sofrer algum tipo de preconceito pelo fato de ter duas mães ou dois pais reduz drasticamente, além do fato de, positiva ou negativamente, poderem conviver com indivíduos de uma mesma relação que eles.
Negativamente falando, uma escola direcionada a "filhos de pais homossexuais" se concentraria em apenas uma realidade. Não é isso que eu quero para os meus filhos. Apesar de preveni-lo a sofrer por uma escolha minha, não poderei fazer isso sempre. Eu, como mãe, quero acostuma-lo e torná-lo preparado para novas ofensivas relacionadas á minha opção sexual, como um pai que leva um filho para o campo de batalha para que ele acostume-se e aprenda desde cedo as táticas da luta.
Ou seja, quero dizer que, posso preveni-lo desse preconceito até uma certa idade, mas depois ele terá que enfrentar o mundo lá fora, e o baque pode ser bem maior.
Sabemos que a aceitação entre as crianças é maior. Da mesma forma que a adaptação e o desenvolvimento do seus senso critico e defesa. Se o meu filho crescer em um meio diversificado, junto a filhos de pais separados, famílias"comuns", filhos de mães solteiras, entre outros, isso irá prepara-lo melhor para a vida, pois, chegando a uma determinada altura, ele compreenderá que todos temos algo de diferente dos demais, que o torna ainda mais especial. E esse "algo diferente" nele, é o fato de ter duas mães, e ser amado pelas duas.
Hoje em dia está cada vez mais comum dentro das salas de aula crianças oriundas de diferentes grupos familiares. Lembro-me de que, quando eu frequentava a Educação Infantil, o modelo de família era baseada naquele conceito "Pai, Mãe e filhos". Hoje isso deveria mudar. Poderiam ensinar a respeito da diversidade baseando-se no modelo familiar também: "Mãe, Mãe e filhos", "Pai, Pai e filhos", "Mãe e Filhos".
Me impressiona o ar de surpresa com que alguns profissionais da educação olham uma criança ao descobrir que ela tem duas mães ou dois pais. E o ar de desespero quando pensam na forma que irão educá-la diante de outras crianças, como se fosse um deficiente em meio á tantas outras crianças super capacitadas. O segredo disso é treinamento e naturalidade. Treinamento. Naturalidade. O que há de diferente nisso?
Outra coisa que entrou em questão foi a distribuição do kit Gay. Sinceramente, apesar de ser mãe e homossexual, sou contra a distribuição de tal.
Parto do principio de que, não podemos obrigar uma determinada escola a distribuir o material sem a sua devida vontade, isso deveria ser opcional. Fui educada em uma escola religiosa, e, com relação ao homossexualismo, apesar de serem contra, respeitavam. Era visível o esforço que faziam para tal. Penso na dificuldade que seria distribuir e falar de um tema como esse. Mesmo que as escolas fossem obrigadas a distribuir tal material, a educação de fato começa em casa. Pensem em uma criança que tem a mente trabalhada na questão de diversidade sexual, aceitar os gays, mas em casa tem um pai homofóbico que fica a enchendo de bobagem ao observar o que está aprendendo. Quem ela ouvira em primeiro lugar? O pai. E o que acontecerá? Herdará ou copiará a sua revolta. Costumo dizer que a melhor escola é a vida, com o tempo, por força do destino ou da própria inteligencia, ela aprenderá a aceitar isso e ver tal ato com normalidade.
E, de fato, como afirmam muitas criticas, que tem ao menos um parágrafo de inteligência. Melhor seria gastar dinheiro com merenda escolar que anda faltando nas escolas, e investir não somente na aceitação da homossexualidade em especial, mas de todas as diferenças, como cor, porte fisico, escolha sexual, entre outros.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Boates GLS em Sao Paulo


Baladas GLS em São Paulo SP
    A LÔCA

Endereço: Rua Frei Caneca, 916 - Bela Vista - São Paulo
TEL: 3159-8889
Baladas GLS em São Paulo SP
    BLUE SPACE

Endereço: R. Brigadeiro Galvão, 723 - Barra Funda - São Paulo
TEL: 3666-1616
Baladas GLS em São Paulo SP
    BUBU LOUNGE DISCO

Endereço: R. dos Pinheiros, 791 - Pinheiros - São Paulo
TEL: 3081-9659
Baladas GLS em São Paulo SP
    CANTHO DANCE CLUB

Endereço: Largo do Arouche, 32 - República - São Paulo
TEL: 3362-1295
Baladas GLS em São Paulo SP
    FAIR LADY

Endereço: Al. Raja Gabaglia, 177 - Itaim Bibi - São Paulo
TEL: 3842-6582
Baladas GLS em São Paulo SP
    FREEDOM CLUB

Endereço: Largo do Arouche, 6 - Centro - São Paulo
TEL: 3362-9207
Baladas GLS em São Paulo SP
    GLADIATORS CLUB

Endereço: Dr. Penaforte Mendes, 259 - Bela Vista - São Paulo
TEL: 3258-9340
Baladas GLS em São Paulo SP
    VERMONT ITAIM

Endereço: R. Pedroso Alvarenga, 1992 - Itaim Bibi - São Paulo
TEL: 3707-7721

Boates GLS em Curitiba

Boates GLS

Boates em Curitiba

05/05/2007:

MEET - Rua Comendador Araújo, 938 quase esq. com a Av. Batel. Fone:             (41)3324-2773       ou 9238-2726 - Sexta, Sábado open 23:00h e Quarta à partir das 20:00h. www.meetbar.com.br * Lounge com público mix. Às sextas predominam as meninas e às quartas é exclusivo para elas, meninos são visita.

SIDE - Alameda Cabral, 613 - Fone:             (41) 3222-7151       - Terça a Domingo à partir das 20:00h. * Bar que já virou balada, com ótimos drinks, o proprietário é charmosíssimo. A casa bomba todos os dias. A maioria do público é masculino.

JACK IN BAR: Rua Lamenha Lins, 1540, esquina com a Rua Almirante Gonçalves- Rebouças
Fone:             (41)9641-8955       / 88535106 -Bar para a mulherada com cerveja gelada e pegação. Música ao vivo no famoso estilo JACK IN e a maravilhosa recepção da VAL, cerveja e Sinuca.

BLACK BOX: Rua Mateus Leme, 585 (esquina do Shopping Mueller)             (41) 3027-4410       / 8846-9453 - Sexta e Sábado. Casa linda, com o melhor equipamento e decoração da cidade. Público mix, com festas particulares e temáticas rolando direto.

CATS - Al. Dr. Muricy, 949 -             (41) 3224-5912       www.catsnightclub.com.br * Casa tradicional, com muito público hetero. As Drags que ficam na frente fazem o fervo. Paola, Brigitte e outras. Gogo boys e muito agito.

STUDIO 1001 - Al. Dr. Muricy, 1001 -             (41) 3018-1744       / 8424-1874 de Terça à Sábado, open 23:30h.* A casa está cheia sempre, rolando altos agitos. Público mix, com Dark Room pesado.

NEW SPM - Rua Fernando Moreira, 185 -             (41) 8401-3132      , open 23:30. *O famoso piscinão, lota demais, público masculino de todas as idades.
Cats Club
www.catsclub.com.br/

Dicas de bares LGBT em Curitiba

Que tal conhecer bares destinados à comunidade gay de Curitiba?
Curitiba tem opções de diversão, happy hour e balada para todos os gostos. Vá anotando: bares temáticos, bares com ambiente ao ar livre, bares tradicionais, bares com atividades diferentes, bares com petiscos tradicionais... Falou alguma coisa? Sim! Os bares para o público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros).

>> Bares com a temática LGBT em Curitiba

Julian Dal´Asta, professor de inglês e artista gráfico, adora encontrar um público com estilo. “Gosto de ver um povo estiloso, lugares com uma decoração bacana e ouvir música boa. Os meus preferidos que vou regularmente são três: VU, Wonka e Kitinete, e quando têm as festas da Pla$tic no Atary”, comenta.

Aproveitando as dicas de Julian, separamos alguns bares com a temática LGBT. Confira!

:: James Bar
Com programação musical de quarta a domingo, a música fica por conta de DJs e bandas. O bar conta com três bares, pista de dança e lounge com pufes, sofás, telão e espaço expositivo, decoração com destaque para as ilustrações do artista A.B. Ducci, além de palco para shows.
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james bar

>> Bares com double drink em Curitiba

:: VU Bar
O ambiente do bar remete ao estilo alternativo ligado à cultura pop. O VU fica instalado num porão e oferece, também, ao público, ambiente externo. “Lá é ótimo. Chegando ao VU a gente já se dá de cara com um painel do Andy Warhol e seus óculos escuros. Espaço não é o melhor da lá, mas a música é sempre boa pra quem quer dançar ou ficar parado só bebendo mesmo ou conversando. Por ser uma espécie de porão fica um clima meio underground por lá e a TV passando clipes antigos ou estranhos, ótimo!”, conta Julian.
: Nick Bar
O bar é voltado ao público LGBT. Nas quartas e sextas tem música ao vivo (MPB). Para beber o bar possui no cardápio vodka, rum, conhaque, cerveja, sucos e refrigerantes.

>> Bares com comidas diferentes

:: Code Bar
A casa possui decoração baseada no estilo hype de Londres. Conta com dois ambientes climatizados, sendo o bar no segundo piso e a pista de dança no primeiro.
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Internauta indica!  |  17/02/2011 16h30min
Dicas de bares LGBT em Curitiba
Que tal conhecer bares destinados à comunidade gay de Curitiba?

Curitiba tem opções de diversão, happy hour e balada para todos os gostos. Vá anotando: bares temáticos, bares com ambiente ao ar livre, bares tradicionais, bares com atividades diferentes, bares com petiscos tradicionais... Falou alguma coisa? Sim! Os bares para o público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros).

>> Bares com a temática LGBT em Curitiba

Julian Dal´Asta, professor de inglês e artista gráfico, adora encontrar um público com estilo. “Gosto de ver um povo estiloso, lugares com uma decoração bacana e ouvir música boa. Os meus preferidos que vou regularmente são três: VU, Wonka e Kitinete, e quando têm as festas da Pla$tic no Atary”, comenta.

Aproveitando as dicas de Julian, separamos alguns bares com a temática LGBT. Confira!

:: James Bar
Com programação musical de quarta a domingo, a música fica por conta de DJs e bandas. O bar conta com três bares, pista de dança e lounge com pufes, sofás, telão e espaço expositivo, decoração com destaque para as ilustrações do artista A.B. Ducci, além de palco para shows.

james bar

>> Bares com double drink em Curitiba

:: VU Bar
O ambiente do bar remete ao estilo alternativo ligado à cultura pop. O VU fica instalado num porão e oferece, também, ao público, ambiente externo. “Lá é ótimo. Chegando ao VU a gente já se dá de cara com um painel do Andy Warhol e seus óculos escuros. Espaço não é o melhor da lá, mas a música é sempre boa pra quem quer dançar ou ficar parado só bebendo mesmo ou conversando. Por ser uma espécie de porão fica um clima meio underground por lá e a TV passando clipes antigos ou estranhos, ótimo!”, conta Julian.

:: Nick Bar
O bar é voltado ao público LGBT. Nas quartas e sextas tem música ao vivo (MPB). Para beber o bar possui no cardápio vodka, rum, conhaque, cerveja, sucos e refrigerantes.

>> Bares com comidas diferentes

:: Code Bar
A casa possui decoração baseada no estilo hype de Londres. Conta com dois ambientes climatizados, sendo o bar no segundo piso e a pista de dança no primeiro.

code bar

:: Jackin Bar
O Jackin oferece música ao vivo com repertório variado que inclui forró dos anos 70, MPB, pop rock, sertanejo e músicas dos anos 80.

:: Side Caffé Bar
Ritmos dançantes como música eletrônica, house, pop e clássicos fazem parte da programação. O espaço possui dois ambientes (bar/boate). A decoração é inspirada nos pubs ingleses.

>> Bares do Largo da Ordem

:: Wonka
O bar conta com dois ambientes, sendo o andar superior é decorado no estilo anos 60. O interior do local se inspira nos Jazz Clubs europeus. A programação variada conta com apresentações de jazz, rock alternativo e Djs convidados. “O Wonka é para onde vamos quando estamos a fim de dançar. Em cima é mais um bar, bacana também e com uma TV com vídeos interessantes – sou fanático por vídeos! A decoração la é ótima com as paredes todas pintadas pelo pessoal do Mucha Tinta”, revela o professor de inglês
Kitinete: “Vou mais para conversar ou ficar sozinho mesmo, desenhando ou esperando a chuva passar sentado nos sofás. Lá a música é sempre muito, muito boa e a decoração é melhor ainda. As paredes são todas pintadas como no Wonka, tem quadrinhos, e objetos um pouco vintage. Como ambiente este é o meu preferido”, aponta Julian.

Atary: “Pra dançar e me divertir a minha festa preferida é a Pla$tic. Ela acontece no Atary. As festas são sempre temáticas e às vezes com uns teasers impagáveis. A festa tem influência pop/trash, então vai de Madonna a Sheila Mello, de Spice Girls a Kaoma e todo mundo se jogando, muito!”, finaliza.

Série Noite Curitibana: Baladas GLS atraem público heterossexual

Boa música e ambiente liberal são alguns dos fatores que chamam a atenção O público da balada GLS se diverte com as inovações que as casas oferecem
O público da balada GLS se diverte com as inovações que as casas oferecem Nem seguranças, nem hostess jovens e esbeltas. Na Cats, balada GLS localizada no centro histórico de Curitiba, as pessoas são recepcionadas por simpáticas e carismáticas drag queens. Os homens maquiados de forma exuberante e travestidos de mulheres logo na entrada dão uma ideia da atmosfera da danceteria, que é uma das mais famosas do gênero na cidade.

Go Go boys, go go girls, pessoas dançando dentro de uma gaiola no meio da pista de dança e o dark room – sala escura onde podem rolar mais do que beijos descompromissados – são novidades para quem está acostumado com as baladas de público predominantemente heterossexual, que normalmente não inovam muito além do espaço para dança e do bar.

Ao contrário do que se imagina, heterossexuais são cada vez mais comuns em boates GLS. Os motivos são diversos, e vão desde o estilo musical até o ambiente mais liberal. “As baladas GLS geralmente são legais porque se tem mais liberdade”, afirma Jeferson Barbosa, heterossexual que também aprecia a famosa música eletrônica da Cats.

O militar Fernando de Melo diz que é eclético e vai a todos os tipos de baladas. O som, o ambiente e o público o atraem. “Acho que nas baladas GLS as pessoas se respeitam mais, não brigam. O preconceito não está aqui, está nas outras baladas”, diz ele, que é heterossexual e frequentador da Cats.

Na antiga danceteria que existia no local, e que não atingia o público GLS, as brigas eram comuns. Isto é o que conta o segurança Orlando Pereira, que trabalha em um condomínio em frente à boate há 26 anos. “A Cats é uma balada gay, mas é tudo misturado. Então não tem briga, não tem confusão”, explica.

Misturas não agradam todos

The Cherry, New Epoca, Side Caffe Bar, Black Box Club. A lista de baladas GLS em Curitiba é extensa. O homossexual Welton Vitorino é frequentador de todas estas, e da Cats em especial, desde a inauguração em 1999, quando ainda era instalada na rua Sete de Setembro.

Nos últimos três anos, entretanto, Vitorino acredita que esta balada não vem atendendo os anseios do público GLS. Para ele, a presença maciça de heterossexuais nas baladas gays não é positiva. “Apesar da miscigenação eu não acho legal, porque os heteros têm os espaços deles”, critica.

Vitorino também diz que, sem espaços voltados apenas para o público GLS, acontecem mais importunações e até preconceito por parte de alguns heterossexuais, principalmente os solteiros. “Minha amiga já sofreu muito preconceito aqui. Os caras não respeitam, dizem: achei que não fosse gay”, recorda.

Com a presença crescente de heterossexuais nas boates GLS, é comum uma pessoa se interessar por outra para depois da abordagem perceber que ela não tem a mesma opção sexual que a dela. Jeferson Barbosa diz que já foi flertado por vários homens e afirma que na maioria das vezes eles desistem quando ele diz que é heterossexual. “Alguns insistem, perguntam se eu nunca tive vontade de experimentar” comenta.

Personagens exclusivos das baladas GLS

Antigamente, as drag queens eram obrigatórias em todas as recepções de casas gays de Curitiba. Hoje, apenas a Cats mantém a tradição. Se alguém chega triste ou desanimado, as drags se esforçam para que a pessoa esqueça as dificuldades do dia e aproveite a noite. “As drags passam animação, esquentam o ambiente. Elas fazem as pessoas entrarem na balada para esquecer os problemas”, explica Tinna Simpson, uma das drag queens que trabalham na Cats.

A proximidade de alguns frequentadores da Cats com os funcionários chega a ser tão grande que muitas vezes o relacionamento vai além do personagem que a pessoa representa na noite. Tinna lembra que na última Páscoa um grupo de pessoas desceu do carro e foi levar chocolate para todas as drags e funcionários da Cats. “Temos clientes desde quando surgiu esta casa. A partir de um momento eles vão conhecendo o artista, não só o personagem”, afirma Tinna, que criou amizades com fregueses da casa e vai até ao cinema com algum deles.

Após anos trabalhando no meio, Tinna classifica as pessoas em três grupos: as que têm conhecidos que já foram a alguma balada gay, as que sempre vão e as que têm curiosidade de ir um dia. Independentemente da orientação sexual, o importante é o respeito com a diversidade sexual, e é claro, muita diversão.

Cats Club

Balada GLS que conta com a recepcao das drags mais famosas de curitiba. Musica bem diversificada, o lugar e bem legal, bonito e vive cheio! A única...

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