Este Blog foi escrito para o Público LGBT de todas as idades que estão a pensar em assumir-se. Nós sabemos que tomar a decisão de se assumir pode ser assustadora e desgastante. É por estas razões e devido ao nosso trabalho na área de homossexuais que fizemos este Blog. Acreditamos que informação útil e as experiências de outras pessoas em assumirem-se podem preparar-te para algumas das consequências que podem resultar de te assumires perante a família e amigos. Blog que reúne as principais notícias sobre o público Gls Glbt Lgbt (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). Tem por objetivo manter tal comunidade informada, para que usufruam de seus direitos, comemorem suas conquistas e lutem pela diminuição do preconceito. Deixe seu recado, mande suas fotos e videos poste no nosso blog Faça parte você também Participem deste blog, Mail sociedadelgbt@hotmail.com

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Crossdressing e Hormônios

O assunto “hormônio” tem sido muito comentado ultimamente entre minhas amigas CDs: usá-los, não usá-los, o assunto é sempre polêmico. Para mim a questão é simples: crossdresser não se hormoniza, ponto final. E porque esta minha posição tão radical?
Se imaginarem que é porque eu tenha algo contra a harmonização, ou contra quem se harmoniza, estão enganados, pois não tenho (desde é claro que com o adequado acompanhamento médico). Apenas estou tentando colocar os pingos nos "is".
Para mim, em primeiro lugar é uma simples questão de lógica: se crossdresser é o indivíduo que quando “desmontado” não dá “bandeira” e faz questão de continuar levando sua vida de uma forma convencional, como é que vai conseguir fazê-lo quando os seios começarem a crescer, as formas arredondar-se, a massa muscular atrofiar, os pelos desaparecerem, etc, etc...? Não vai dar, não é verdade? E mais cedo ou mais tarde o sujeito vai ter que assumir que um homem comum ele não é. Com todas as conseqüências que advirão.
Em segundo lugar, e em se tratando de crossdressers, tenho certeza que para conseguir uma imagem e uma postura femininas não são necessários hormônios femininos. Atitude, postura e a convicção que vem “de dentro” bastam.
E terceiro, por todas as crossdressers que já conheci (e não foram poucas) pude verificar que oshormônios nada mais fizeram que dar formas e suprimir pêlos (nem falo dos efeitos colaterais): quem não era feminina antes da harmonização, não ficou depois. E quem já era não ficou mais.
Então, se você imagina que é ou gosta de entender-se como crossdresser e começar a tomar hormônios, pense melhor sobre si mesmo: você não é o que está pensando que é, mesmo que, independentemente dos motivos que possa alegar, continue tentando levar uma vida de homem comum. Seu caminho meu querido, é outro . E não se iluda: ele é muito mais difícil.

Passivos vs. Ativos


Ser passivo…para os gays leigos…é receber, isto é, ser penetrado, logo o ativo é quem penetra. Eu só não sabia que  algo assim tão simples  envolvesse ao mesmo tempo tanta complexidade.  Parece que a história se repete. Se no campo dos héteros existe a Guerra dos Sexos, no campo dos gays existe a Guerra do Mesmo Sexo.
A situação é sempre a mesma, independente se o papo começa pela internet, em um bar, sauna, balada ou ambiente de trabalho…a maioria não quer descobrir  se o outro é passivo ou ativo na hora H. Aliás, tem aqueles que são “flex”…mas esses “flex” sempre pesam mais para um lado e dependendo de qual lado, as coisas podem variar.
Muitos gays associam a preferência sexual do cara aos seus  trejeitos. Os mais efeminados, com a  voz não muito grave e que em geral vestem roupas um tanto andróginas, de cara são colocados como passivos e vice-versa.
***
” Mesmo sendo passivos, já vi casos de caras terem vergonha de falar sobre o assunto. O que eu odeio em passivos, aliás, não existe ódio, mas não curto passivos efeminados. Não seria preconceito, mas sim questão de gosto mesmo. Sou homem e gosto de homem, se for para ficar com um cara que deseja ser mulher,  é mais fácil ficar com uma. Mas isso é questão de preferência mesmo, tem muita ‘bicha pintosa’ que é ativa.”
Alisson Viana, 23 anos, Jornalista, vive na Zona Sul da Cidade.
***
Durante algumas semanas, estive conversando com um cara casado com mulher. Seu nome, Wilson Roberto, idade 40 anos, pai de duas filhas.
Ele mandou várias fotos dele nu, eram fotografias caseiras. Provavelmente, no seu quarto. O cara queria me comer e eu ainda não havia me decidido, apenas estava achando interessante tudo aquilo. Wilson me perguntou por diversas vezes se eu era efeminado, pois se a resposta fosse  positiva ele não iria mais sair comigo. Respondi que  não. O cara me pediu algumas fotos minhas, então lhe enviei e ele disse que pelas fotos eu parecia “bichinha”, peguntou se eu tinha voz grave, pois ele se tratava de um homem viril e queria alguém igual. A única coisa que  lhe pude dizer foi:
- Olha, se você procura algo viril, por que não experimenta levar uma pica no cú? Dessa forma, é possível sentir muita virilidade vinda do outro.
Ele se irritou e parou de conversar comigo. Disse que os gays jamais vão entender os bissexuais.
Meu Deus! Qualquer um entende que o cara se tornou alguém frustrado e que agora está à procura do seu gay viril, mas ao mesmo tempo não quer perder os benefícios do casamento convencional. Esse sim é realmente um homem que posso chamar de flex.
Não tenho problema nenhum em parecer  ou não efeminado, essas coisas surgem de uma forma natural. Alguns de cara sacam que eu sou gay por conta dos meus trejeitos, outros nem tanto, mas o mais importante é que não forço situações. E sim, gosto de homens viris,  nada de andróginos; – é questão de preferência sexual. Até hoje, nunca me atrai por um homem efeminado, mas não tenho medo de um dia me atrair por algum assim.
Parece que esse debate se estende até mesmo para fora do estado. Estive conversando com meu amigo de Curitiba, Marçal Carraro.
Marçal  diz:
- Sabe que eu nunca vi preconceito entre passivos e ativos. Mas sim, preconceito com passivos (efeminados demais, quase mulheres). Eu  particularmente não curto efeminados, nem de ficar perto. Simplesmente pq acho que pra ser gay não precisa ser e agir como mulher.
Adriano diz:
- Hmmm…interessante…isso é verdade…acho que o preconceito é mesmo com os passivos…eu por ser um…confesso que mesmo vc não sendo efeminado…ainda há um certo preconceito.
Marçal diz:
- …Não sei mesmo, nunca parei pra pensar…e conheço muitos passivos que são bem homens, por isso nunca liguei, só não curto o fato de serem efeminados .. quando são passivos e efeminados eu detesto, odeio aqueles escândalos e “bichisses”.
Adriano diz:
- Tmb confesso que me sinto desconfortável…mas…paro para pensar sobre meu comportamento.
Marçal diz:
- Eu as vezes até penso tbm. Pq tem uns que são boas pessoas, mas é o que eu chamo de ”queima – filme”.
Marçal Carraro, 20 anos, estudante de jornalismo, Curitiba.
As relações se tornam muito mais difíceis a cada dia, ou seja, preciso encontrar um homem viril, que me ame e que eu possa amá-lo, que seja atraente,  gay e ativo. Nossa! Isso daria um bom anúncio no caderno de classificados na coluna de acompanhantes.
Sobre os ativos nunca consegui entender o porquê da maioria deles não compreender que passivos precisam de um certo ritual antes de transar. Sem uma certa preparação, acontece o famoso cheque.  Certa vez, um site que preparava uma suruba no centro da cidade, anunciou que os passivos deveriam evitar fazer sujeira. Será que eles não leem revistas de saúde? Chuca destrói a flora intestinal. Que saco!
Imagem Google

Também nunca admiti o mito em torno dos passivos a respeito do ânus “afrouxar” por conta de fazer muito sexo – Sim, esse mito existe e muitos já ouviram falar – Será que o passivo vem com um selo de validade e qualidade? Algo do tipo “- Ânus válido por (X) metidas.” – ou talvez algo como “- Este ânus não é indicado para os pênis maiores que 17 cm.” Se fosse assim, o pau do ativo iria levar um selo do tipo “- Este pênis pode encurtar após (X) metidas.” – Estou certo nessa teoria?
Acredito que sempre quando houver sexo entre dois homens  ou mais é bom lembrar que uns são passivos e outros ativos, não importa o comportamento de cada um ou se a guerra ainda continua, pois todos encontram seu parceiro. E esteja certo, ninguém quer ficar sem sexo nessa cidade

50 Vantagens de ser Gay

  1. Você não quer nem saber com quem Penélope Cruz está transando.
  2. Você chama todo mundo de “querida”.
  3. Você tem um amigo que é a cara do Reynaldo Gianechinni.
  4. Você reconhece a importância dos óculos escuros.
  5. Você pode estar numa boate lotada e conseguir paquerar o carinha que está do outro lado da pista.
  6. Você pode dizer a uma mulher que você a-do-rou a roupa dela, e estar se referindo à roupa MESMO.
  7. Você sabe a diferença entre um rolo, um namorado e um amante.
  8. Suas amigas vão te contar tudo sobre os namorados delas. Tudo mesmo.
  9. Você é o único tipo de homem que fala: “maravilhoso!”
  10. Você pode guardar em sua casa fotos de homens nus que você nem conhece.
  11. Você pode guardar em sua casa homens nus que você nem conhece.
  12. Você pode atender ao telefone como Bette Davis em “A Malvada”.
  13. Você sabe porquê Deus inventou o gel para cabelos.
  14. Você sabe porquê Deus inventou o K-Y(lubrificante).
  15. Você pode sorrir para fazer alguém perceber que você está a fim.
  16. Você pode sorrir para fazer alguém perceber que você não o suporta.
  17. Você é amigo de mulheres que ninguém mais suporta.
  18. Você sempre vai ter uma opinião polêmica.
  19. Você leu o livro, viu o filme e comprou o CD do musical!
  20. Você sabe como se vestir “para fechar”.
  21. Você é o único na sua reunião de formandos escolares que está bem mais bonito do que na época da escola.
  22. O marido de uma amiga sua está interessado em você.
  23. Você sabe que sexo complica as coisas. E daí?
  24. Ninguém te ensina o que fazer na cama. A menos que você peça.
  25. Você não tem vergonha de cantar nos videokês da vida.
  26. Você tem vergonha das pessoas que cantam nos videokês da vida.
  27. Você sabe como fazer aquela “entrada”.
  28. Você sabe como fazer uma saída.
  29. Você se preocupa com pessoas que você nem conhece – como Madonna.
  30. Você sabe programar seu aparelho de DVD.
  31. Você entende a Cicarelli.
  32. Você fez do bronzeamento artificial uma arte.
  33. A maioria dos seus amigos são seus ex-namorados.
  34. Você sabe quando uma festa acabou.
  35. Você sabe para onde ir quando uma festa acabou.
  36. Você gosta de cantar coisas como “I Will Always Love You”.
  37. Se o seu gato for fêmea, você jura que ela é lésbica.
  38. Se o seu gato for macho, você jura que ele é gay.
  39. Você provavelmente nunca será um pai de família.
  40. Você provavelmente será aquele “tio” da família.
  41. Você tem um bichinho da Disney em cima da sua cama.
  42. Você já leu um monte de biografias de astros do cinema.
  43. Você é o maior fã de Madonna existente no mundo.
  44. Você sabe de cor cada frase de “O Segredo de Brokeback Moutain”
  45. Você possui 540 formas de mostrar a alguém que o caso já era. 520 não-verbais.
  46. Você nunca vai ouvir sua mãe reclamar da sua esposa.
  47. Suas amigas não vão conseguir roubar seu namorado.
  48. Seus amigos vão tentar(e talvez conseguir) roubar seu namorado.
  49. Você nunca vai dizer ao seu namorado: “Estou grávido. E agora?”
  50. Quando alguém te encher o saco, você pode dizer à vontade:

Fotógrafo registra travestis da Lapa, no Rio de Janeiro


Fotógrafo registra travestis da Lapa no Rio de Jan


Foto: Pedro Stephan
O fotógrafo Pedro Stephan escolheu como foco de suas lentes as transgêneros da noite boêmia carioca. Ao longo de 3 anos de trabalho no bairro da Lapa, ele registrou inúmeras cenas e escolheu 140 imagens para compor um ensaio que tem como personagem principal, a travesti Luana Muniz. “Luana é a poderosa chefona das "bonecas" da Lapa, uma versão contemporânea do histórico malandro Madame Satã, que reinou no bairro nos anos 40. Esse ensaio artístico rompe um tabu revelando as personalidades do basfond carioca”, conta Pedro.
O olhar condescendente e humano para a realidade das travestis, revela também os momentos em que param para descansar, beber um refrigerante, retocar a maquiagem ou apenas bater-papo. Segundo o fotógrafo e crítico Marcos Bonisson, o transgênero é um tema praticamente inexplorado na fotografia brasileira, mais por tabu, do que por fascínio. “A câmera revela a zona oculta de um mundo à parte, que sabemos existir, mas pouco se conhece a não ser pelo filtro da rejeição, do preconceito e da piada travestida de medo”, analisa Bonisson.
Pedro Stephan, que recentemente participou do FotoRio 2009 - Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro, concedeu uma entrevista ao Vila Dois, contando sobre seu trabalho:
Por que o tema “travestis da Lapa”?
Porque a Lapa tem uma história na boêmia brasileira e carioca. Desde o iníco do século XX lá se concentravam os cabarés e nightclubes, que eram frequentados pela classe artística e pessoas do basfond, então é uma tradição. Por ali passaram Noel Rosa , Ary Barroso, Aracy de Almeida, todos os grandes nomes da música popular, pois nos cabarés havia música, garotas e... transgêneros. Foi lá que o famoso malandro Madame Satã se transformou num mito, ao enfrentar sozinho a polícia homofóbica da ditadura Vargas. Além disso, a Lapa é uma cenário estupendo pra qualquer fotógrafo: os arcos centenários, o casario, as pessoas, a luz noturna, e a atmosfera, algo indescritível e impalpável que está ali, uma energia que acho que consegui captar e colocar nas fotos.
Quando começou a acompanhar a vida dessa travesti?
Sou jornalista de formação e comecei apenas escrevendo. Como trabalhava para imprensa gay que é pequena, podia fazer as duas coisas ao mesmo tempo:escrever e fotografar, coisa que faço até hoje. E uma vez fiz uma pauta de texto e foto para um site gay sobre a Turma Ok, que foi o primeiro clube gay brasileiro, fundado em 1964. Lá conheci a Luana, que se apresentava nos shows de dublagens. Quando fui fotografar o camarim pra minha exposição "Entre Amigos e Amores, os espaços gls do Rio" eu estava no camarim fotografando, ela chegou, roubou totalmente a cena, e esqueci dos outros e fiquei fotografando apenas ela. Quando vi o resultado decidi que tentaria fazer um trabalho só com ela.
O que a diferencia das outras? 
Ela tem quase 40 anos de travestismo e prostituição, não morreu de Aids, não foi morta, não está presa, não se afundou nas drogas, saiu de casa jovem como toda transgênero porque a família não aceitava, mas está aí como líder comunitária porque sabe negociar, é organizada, sabe lidar com suas afilhadas: as protege e cuida delas, e tem um bom relacionamento com seus clientes. Além disso, ajuda as pessoas do bairro, é articulada e inteligente. Poderia dizer que ela...venceu. Ainda que seja no basfond.
Ela é empresária do quê? 
Ela tem uma lojinha de roupa que aparece na foto ao fundo, e se tornou sócia da Turma Ok. Além disso é presidente de uma associação de trangêneros.
O que mais o deixou chocado nas suas peregrinações? Violência? Drogas?
Não vi nada que tenha me deixado chocado. As transgêneros que ficam na área da Luana não se drogam, e se alguma começa a fazer isso e se afunda nas drogas ela a interna pra uma desintoxicação! rssss Também não tem violência ali por causa da Luana, que é chamada de "Síndica da Lapa". Pensando bem, a única coisa que me chocou foi o fato de, como a Lapa está super na moda, o público burguesinho que nunca veio para estes lados passava por ali e fazia caras e bocas, davam risinhos e falavam coisas idiotas, como se elas fossem seres de outro planeta. E quando eu estava tranquilamente conversando com elas ali nas calçadas, sempre passavam fazendo uma cara maliciosa de "ih ele vai pegar essa travesti". Isso sim me chocou de ver como as pessoas "comuns" são tão tacanhas no seu sacrossanto preconceito.
Há uma intenção de derrubar tabus com as suas fotos?
Há o desejo de enfrentar esses tabus, o primeiro tabu é o da fotografia brasileira, onde só aparece travesti atrás das grades ou aqueles das páginas policiais, quando não é isso são as estrelas trans dos palcos. Mas essas que fazem sua performance diária ali na pista são ignoradas e mal vistas. O segundo é um olhar tolerante, benevolente que eu lanço sobre o trottoir transgênero mostrando: a sensualidade, a fantasia das trans que passam o dia inteiro bolando e criando o figurino, a make up, e a pose com que vão fazer na sua performance noturna nas calçadas.

E ainda mostro o lado off da coisa: elas param pra estivar as pernas cansadas de tanto ficar sobre saltos altos, tomar rerigerante, bater-papo. São seres humanos como outros quaisquer. Podem ser gentis, simpáticas, amáveis com qualquer pessoa e carinhosas com seus clientes. Temos que respeitar a diversidade e aqueles que são diferentes de nós. E ter tolerância com certas coisas que nem são completamente boas, nem totalmente más como a prostituição, a profissão mais velha do mundo. Nem tudo está dentro do registro do certo/errado, bem/mal, ruim/bom, as coisas são relativas. Sem isso jamais conseguiremos construir uma sociedade verdadeiramente democrática.

Homens que gostam de virar mulherzinhas em 4 paredes

Venho hoje com esse post falando sobre a fantasia de alguns homens que curtem travestis e que vejo sendo discutido em alguns fóruns da internet que é o homem “virar” uma mulherzinha entre 4 paredes. Existem muitos homens que tem essa fantasia de ser feminizado pela travesti e dominado por ela.
Muitos homens tem essa fantasia de virar mulherzinha de travesti, pois o cara curte ser passivo de trans e para dar um “ar” a mais de tesão gosta de ser submisso atravesti e virar uma putinha na cama, usando calcinha, meias 7/8 e todos os acessórios de mulher. Durante o dia-a-dia este homem se veste normalmente e age como homem normal, mas durante a noite este mesmo homem gosta de ser uma femea na cama.
Já li vários relatos de homens que fazem programas com travestis e pedem para elas transformarem eles numa boneca e penetrar neles. Esses caras vão atrás das travestis porque muitas das vezes não conseguem realizar esta fantasia com suas esposas que não aceitam esse tipo de atitude então eles procuram uma travesti para realizar esta fantasia deles.
Na internet existem vários filmes específicos sobre isso, um deles é o Shemale Sissification onde a travesti feminiza o cara e desempenha o papel de ativa com ele, já postei um desses filmes que é com a Nicolly Navarro, veja o post que coloquei aqui. Realmente eu não entendo qual a necessidade do homem querer ser uma femea na cama e tudo mais. Mas existem diversos homens com esta fantasia.
Talvez estes homens gostem de ser submissos e uma forma de ser submisso é ser feminizado por uma travesti e ser passivinha delas. Muitos homens que curtem inversão de papeis procuram as travestis porque a sua esposa ou namorada não aceita realizar esta fantasia com eles. Mas mesmo assim a mulher/esposa fazendo a inversão alguns desses homens vai à procura das travestis, pois eles querem uma mulher que tenha aquele membro de verdade.
É claro que esses homens vão atrás de programa, porque pelo que eu sei e vejo as travestis/trans gostam de um homem de verdade (Não diminuindo a masculinidade de quem curte essa fantasia), mas me refiro homem de verdade é aquele homem ativo e que faça a travesti uma mulher realizada entre 4 paredes e as assumam como mulheres.
Mas cada pessoa tem um tipo de fantasia sexual na qual sente mais prazer realizando este tipo de fantasia, mas o importante é você ter uma vida sexual saudável e com prazer não importa a sua fantasia, o negócio é ser feliz do jeito que acha melhor e conseguir uma parceira liberal quanto a este tipo de fantasias.
E você? Gosta de ser feminizado por uma travesti? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe conosco as suas ideias e sinta-se a vontade para divulgar este post.

Transexuais e Travestis: Qual a diferença?

De uns tempos pra cá, uma palavrinha apareceu nas siglas de movimento gay, que deixaram de usar o comercial GLS, para uma sigla mais de luta, de reinvindicação – GLBT, GLTTB, GLT2, à escolha do freguês... A novidade em todas elas é o T, que acabou na prática juntando num mesmo saco duas coisas totalmente diferentes e trazendo mais confusão para um assunto que muito gente já achava complicado. A palavrinha é Transgêneros.
E não, não estou falando de soja.
Transgêneros surgiu para englobar Transexuais e Travestis. E, cá entre nós, prestou só um desserviço. Porque muita gente que não tem contato com o meio gay (e MUITAS que tem!) acaba achando que os dois são a mesma coisa – e não são. 
E pra explicar isso, vou me apropriar aqui de algumas definições do Dr. Cláudio Picazio, sexólogo, que conseguiu isolar os quatro pilares da sexualidade humana e explicar como que esses pilares se combinam, formando as mais diferentes variações de gênero, identidades, papéis e orientações sexuais. 
Gênero é o seu sexo biológico. É o que o médico vê quando você nasce. Biluzinho ou potoquinha. São dois: Homem e Mulher. 
Orientação Sexual tem a ver com desejo, com atração. Com quem você quer ir pra cama? Com alguém do seu sexo? Com alguém do sexo oposto? Tanto faz? São três, respectivamente: Homossexual, Heterossexual e Bissexual.
Papel Sexual tem a ver com comportamento. Você é mais masculino ou mais feminino? Uma mulher caminhoneira está num papel masculino. Um homem que pinta as unhas está num papel feminino. Note que Papel Sexual não tem nada a ver a com Orientação Sexual – ou seja, um homem efeminado ou uma mulher masculinizada não necessariamente são homossexuais. Assim como um cara todo machinho não é necessariamente hetero. Papéis sexuais são grande fonte de discriminação, uma vez que é exatamente como a sociedade percebe você. E se esse papel não está em acordo com o que se espera do seu Gênero, o povo se escandaliza. 
Ou inventa coisas como os metrossexuais, por exemplo, pra poder absorver homens em papéis mais delicados.
Mas o mais complicado dos pilares é o da Identidade Sexual. E é exatamente ele o responsável pelos travestis e transexuais, ainda que de forma diferente. Identidade Sexual é como você se percebe. Alguns chamam de sexo cerebral. Na sua cabeça, você acha que é o que? Homem ou Mulher? Um menino hetero típico tem gênero masculino, papel masculino, orientação heterossexual e identidade é masculina. Ponto. Mas um e-jovem típico, enrustido, tem gênero masculino, papel masculino, orientação homossexual e uma identidade também masculina. Ele não quer ser mulher, ele só curte outros garotos. A única diferença entre um menino gay e um hetero é sua orientação sexual. E o mesmo vale pras meninas hetero e lésbicas e entre todos estes e os bissexuais. 
No caso das transexuais, porém, a identidade sexual não está de acordo com o seu sexo biológico. Independente do gênero (podem nascer homens ou mulheres), papel (tem os mais masculinos até os bem efeminados) e orientação (existem transexuais hetero e transexuais homo), o que define o transexual é que seu corpo é de um sexo, mas seu cérebro é de outro. São mulheres presas num corpo de homem, ou vice versa.
Imagine você um belo dia acordando, indo pro banheiro, e de repente seu sexo foi trocado! Você ainda é você, pensa como você pensa, mas seu peito está diferente e ali, no meio das suas pernas... NÃOOOOOOOOO!!! Por isso que as transexuais tem repulsa ao seu corpo. Simplesmente não é o corpo delas. Elas não se identificam com NADA ali. Tudo o que querem é mudar tudo, cortar fora aquela coisa balançando, sumir com aqueles pelos, sentir seus peitos crescendo, como deveriam crescer... 
Se uma pessoa procura ou anseia por uma operação de mudança de sexo, onde o pênis é totalmente removido, pode ter certeza: Trata-se de um transexual. 
Já com os travestis, a coisa é um pouco diferente, mas num nível fundamental. Não se sabe ainda como, nem por quê, mas os travestis não tem uma identidade só, masculina ou feminina. Eles têm as duas. Eles se sentem homem e mulher, os dois conceitos se misturando dentro deles como ingredientes num liquidificador. Ora eles se sentem mais femininos, ora mais masculinos, mas ambas estão sempre presentes e eles não têm o desejo de anular nenhum dos dois lados. Infelizmente, seus corpos nascem com apenas um sexo – homens ou mulheres. O que eles fazem então? Adaptam o seu corpo para alcançar, o máximo possível, essa outra metade da essência deles que veio faltando. Os que nascem homens, a maioria, querem por peitos e quadril, etc...
Mas não cortam o pau fora.
Por quê o fariam? Eles são homem e mulher ao mesmo tempo. O que eles querem é ter peitos e pênis, só assim eles se sentem completos. 
Quem começa a pensar um pouco sobre isso, vai vendo o quanto é complicado definir orientação sexual quando falamos de transgêneros. Uma trans que curte mulher é o quê? Hetero? Afinal, ela nasceu homem... Mas sua identidade é feminina, então cabe mais dizer que ela é lésbica. E, portanto, as transexuais que namoram e casam com homens (como a mais famosa delas, Roberta Close), não são homossexuais, são hetero. Afinal, elas sempre foram garotas – só tinham um pequeno problema...
E os travestis? Com relação a travestis, essa definição de hetero e homossexual perde totalmente o sentido... O que podemos dizer é que existem travestis que gostam de homem, travestis que gostam de mulheres e os que gostam dos dois. Mas eles não se encaixam nessas definições de orientação sexual existentes. O mesmo se diz das pessoas que gostam de travestis – elas não são hetero e não são gays, são simplesmente pessoas que gostam de travestis. E ponto. Até criou-se um nome para eles: T-lovers.
É, galera, já dizia Hamlet, “existem muito mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia...” Mês que vem vamos estar falando mais sobre os Heteros, esses desconhecidos, e e como esse papo de papel sexual pode dar um nó na cabeça de qualquer um.

"Amo travestis mesmo"

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

Como ter prazer com o sexo anal e não sentir dor?

Tenho recebido vários e-mails com perguntas sobre como ter prazer e não
sentir dor.Isso é muito relativo. Em primeiro lugar você tem que estar
a fim. Se estiver a fim e encontrou uma pessoa que tenha paciência e um
pau para penetrá-lo siga em frente. Mas, não esqueça que se você não
fizer uma higienização no local, o ato vai ser desconfortável. Também é
importante que você não tenha hemorróidas ou fissuras. O resto com
jeitinho vai.
Algumas pessoas têm mais elasticidade ou facilidade de dilatação do
anelzinho do reto, isso se descobre brincando com o dedinho e um
lubrificante. É aí também que se percebe que algumas pessoas são
apertadinhas e não adianta forçar, pode sim machucar e aí adeus sexo
anal. Também com um pouquinho de anestésico dá para ajudar a relaxar,
mas não exagere porque você pode anestesiar tudo e se houver algum
rompimento de pregas você não vai sentir na hora e o depois vai ser
chato.Então, agora que você leu, saiba que o dedinho é o melhor jeito
de começar.
Se um dedinho está pouco, tente com dois, três... Se entrar três
dedinhos você já estará pronto para levar tranquilamente um pau de 15 a
18 cms sem problemas e assim por diante.Só para ilustrar: há homens que
saem comigo que adoram um linguinha e um dedinho no cuzinho, nada além.
Outros gostam da mão e só se satisfazem com isso, outros gostam do meu
pau e temos relações ótimas. Eu mesma, não tenho uma boa elasticidade,
paus grossos como o do Andy e do Xandy ( fotos já publicadas no blog)
sempre me machucam.
Eu até gostaria de ter o anel mais elástico, mas para felicidade da
maioria dos meus clientes que têm o pau entre 14 e 17 cms, esse é um
grande diferencial porque estou sempre apertadinha.

Descubra como a vida trans mexe com a família delas...


Travestis não nascem de chocadeira. Muito menos nascem já travestis, pelo menos não fisicamente. Mesmo a mais feminina das bonecas já foi um menininho um dia e, como tal, foi recebido e criado por sua família. Como essas pessoas – pai, mãe, irmãos, avós – encaram a transformação do garoto em mulher?
Contando uma história

Katlyn tem 22 anos e só encarou sua mudança definitiva depois que fez 18. “Antes disso, mesmo meus pais tendo me aceitado como ‘gay’, nunca que eles iriam me aceitar vestida de mulher”, conta ela.
Entre os 16 e os 18 anos, Katlyn já se “montava” (= vestia-se de mulher), mas tinha de sair de casa como garoto e se travestir na rua ou na casa de amigos. Mesmo já não morando mais com os pais – na época, morava com uma tia –, ela resolveu esperar até quando pôde morar sozinha: “Eu já sentia que queria ser mulher todo o tempo, mas meu pai ficaria louco se soubesse”.
E a mãe? “Acho que ela sempre desconfiou de algo. Aos sete anos, ela já me vestia com as roupas dela e dizia que eu ficava uma gracinha de menininha. Quando eu era bebê e me confundiam com menina, ela deixava”.
No entanto, a transformação mesmo não foi presenciada por ninguém da família. Quando pôs um pouco de silicone na bunda e isso já foi o suficiente para deixar alguns familiares com a pulga atrás da orelha, Katlyn percebeu que precisava se afastar um tempo.
Só depois de muito hormônio, peitos, bunda e cabelão foi que ela resolveu visitar os pais: “Eles sabiam pela minha tia, a quem eu já tinha contado – mas não tinham visto nem foto”.
Reações

O encontro surpreendeu. “Minha mãe disse que eu estava linda”, conta Katlyn. “Se antes, perguntava pela namorada, hoje pergunta quando eu vou casar [com um homem]”. O pai, porém, não conversa sobre o assunto. “Minha irmã mais nova é que é engraçado: antes, a gente mal se falava. Agora, ela vem falar comigo, coisas de menina, pedir conselho...”.
Ah, tem também os primos... Katlyn teve sua época de “brincadeiras com a ‘primaiada’” – mas um deles continuou a brincadeira mesmo depois de grande. “A gente transou quando eu era pequeno [...]. Depois, transamos de novo quando eu já tinha me assumido gay e já transamos comigo de travesti”, confessa. O primo, que se identifica como hétero, diz preferir muito mais a versão atual, claro.
Hoje, Katlyn mora com suas amigas – mas não significa que ela tenha virado as costas para a família. “De vez em quando, vou pra casa quando tem festa, churrasco, normal”. Só uma coisa a perturba: “Quando o pessoal mais antigo – e alguns primos, de zoeira – me chama pelo meu nome de homem. Que ódio!”.
E todo mundo aceita numa boa? “Bom, minha avó não enxerga direito e ninguém contou pra ela diretamente – mas ela deve estar me achando diferente...”. Família é tudo igual mesmo.

Sabia que tem loja especializada em sapato para drags

São Paulo tem loja especializada em (bonitos) sapatos femininos para cross e travestis


Elizete já atende o público trans há 10 anos
Elizete já atende o público trans há 10 anos
Crossdressers, travestis e transexuais que adoram um bom sapato de salto (bem) alto há pelo menos 10 anos literalmente invadem a loja de Elizete Hitzler, a Cacielli Calçados, em São Paulo. Há seis anos no bairro do Brás, ela conta que o público de transgêneros só vem aumentando a cada dia e é o mais diversificado possível. “Tem gente que chega falando baixinho, bem discretamente. Mas tenho uma cliente, a Agatha, que chega alegre, desfila pela loja toda.”

Para esses e essas clientes que preferem um atendimento mais reservado, Elizete garante que as vendedoras de sua loja estão preparadas para lidar com esse público – e com o fato de não ser tão assumido assim. “Elas são super discretas, falam baixo sempre”, avisa, revelando ainda que “para aquele cliente que não quer experimentar um sapato feminino na frente dos outros clientes existe um espaço reservado”.


Não é um lugar exclusivo para trans, ela faz questão de frisar sem querer discriminar, é uma alternativa para quem não quer ser visto comprando um sapato feminino. São peças de vários estilos em tamanhos que vão do 35 ao 43 e que ganham o toque diferente ainda nas fábricas. Há pelo menos 20 anos no ramo, é Elizete quem elabora os modelos, mistura as cores e harmoniza os materiais dos calçados. “Busco atender a necessidade da pessoa que tem dificuldade de encontrar um sapato grande bonito.”


Ela conta ainda que os sapatos baixinhos vendem bem, “mas os de salto-alto vendem mais”. Um dos mais pedidos é um vermelho envernizado que Elizete é quase obrigada a fazer a cada coleção tamanha a demanda. Os preços são bem acessíveis e variam entre R$ 74 (sapatilha) e R$ 190 (salto alto). E pode ir sem medo porque não tem tempo ruim na loja dela. “Eu não imaginava que esse povo fosse tão fofo.”


Cacielli Calçados: Rua Doutor Ricardo Gonçalves, 21 – Brás – São Paulo

Tel.: (11) 2694-8232

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