Este Blog foi escrito para o Público LGBT de todas as idades que estão a pensar em assumir-se. Nós sabemos que tomar a decisão de se assumir pode ser assustadora e desgastante. É por estas razões e devido ao nosso trabalho na área de homossexuais que fizemos este Blog. Acreditamos que informação útil e as experiências de outras pessoas em assumirem-se podem preparar-te para algumas das consequências que podem resultar de te assumires perante a família e amigos. Blog que reúne as principais notícias sobre o público Gls Glbt Lgbt (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). Tem por objetivo manter tal comunidade informada, para que usufruam de seus direitos, comemorem suas conquistas e lutem pela diminuição do preconceito. Deixe seu recado, mande suas fotos e videos poste no nosso blog Faça parte você também Participem deste blog, Mail sociedadelgbt@hotmail.com

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

O Beijo Dos Signos

Como é o beijo de cada signo?

Confira agora os segredos dos beijos do nativo de cada signo. Descubra se o seu bem-querer beija do jeitinho que os astros mandam.

Áries
O ariano beija com o corpo todo. Ele pulsa e se entrega, e ao mesmo tempo ele domina. Percorre a boca desejada com fogo e paixão. Não é dado a beijocas superficiais, pois gosta de sentir uma emoção e uma energia intensas nesse momento especial.

Touro
O taurino tem um beijo guloso, profundo, altamente sensual. Ele aprecia o sabor, o calor, a textura da boca beijada. Não tem pressa e é capaz de ficar longos minutos deliciando-se com o gosto da pessoa amada.

Gêmeos
O geminiano gosta de alternar beijos mais profundos e intensos com leves beijocas e brincadeiras com a ponta da língua, percorrendo os contornos da boca, mordiscando-a, saboreando-a. É um beijo meio moleque, gostoso, jovial e cativante.

Câncer
O canceriano coloca a própria alma no ato de beijar. No momento em que seus lábios se unem à boca da pessoa amada, ele traduz o mais puro romantismo e faz dessa carícia uma verdadeira declaração de amor.

Leão
Para o leonino, beijar é uma arte. Por isso, ele percorre docemente a boca do parceiro, alternando carícias suaves com outras ardentes. Seu beijo tem gosto de paixão, de desejo, de força e intensidade. Enfim, é um beijo de Fogo, capaz de seduzir e incendiar.

Virgem
O virginiano é perfeccionista até no beijo. Ele toma o maior cuidado para que a pessoa amada se sinta plenamente envolvida pela carícia de seus lábios suaves e de sua língua ávida de sensações. É um beijo intenso, molhado, delicioso!

Libra
O libriano beija no estilo romântico. Com seus lábios doces e ousados, ele conduz a pessoa amada para um lindo cenário, feito de flores, nascentes de água e pôr-do-Sol. Impossível não se entregar à carícia feita por essa boca que sempre parece querer "algo mais".

Escorpião
O escorpiano faz do beijo uma extensão do ato sexual. É um beijo erótico, quente, convidativo, que faz pensar nas cenas mais loucas e ardentes. É um beijo-armadilha, um beijo-sedução, um beijo-paixão. Uma experiência inesquecível!

Sagitário
O sagitariano não beija apenas com a boca, mas com o corpo todo. Ele percorre o corpo da pessoa amada como se quisesse conhecer todos os seus segredos, ultrapassar fronteiras. Beijo quente e sensual, um tanto selvagem, com cheiro de feno e sabor de aventura.

Capricórnio
O capricorniano beija meticulosamente. Começa devagar, como se quisesse a posse do "território desconhecido". Depois, vai se aprofundando em busca de intensidade cada vez maior. É um beijo prolongado, que roubam o fôlego e deixa um gosto de "quero mais".

Aquário
O aquariano beija como se quisesse desafiar as expectativas da pessoa amada. Alterna beijos carinhosos com pura volúpia e é capaz de transmitir um desejo intenso com o mais simples toque de lábios. Está sempre em busca de sensações novas e não tem medo de ousar.

Peixes
O pisciano tem um beijo devotado à pessoa amada. É um beijo-doação, em que ele procura o máximo de sensações, de prazeres, de sabores e calores. Por isso mesmo, é um beijo delicioso, que nunca se repete, mas se supera a cada nova experiência.

Curiosidades sexuais

CURIOSIDADES A RESPEITO DO SEXO

Mais de 11.000 pessoas por ano têm acidentes por praticar novas posições sexuais.

A rainha do Egito Cleópatra (69-30 a.C.) era considerada uma especialista na arte do amor. Aprendeu vários segredos do erotismo com cortesãs de um bordel que ela frequentava em Alexandria. Chegou a erguer um templo para receber uma grande legião de amantes. Dizia-se que ela chegou a fazer sexo oral em 100 homens numa única noite.

As mulheres ficam 30% mais activas sexualmente durante a lua cheia.

Levando em consideração a assiduidade com que muitos casais fazem amor, um casal normal levaria quatro anos para experimentar todas as 529 posições descritas no Kama Sutra.

Numa tribo da Polinésia, os casais de dezoito anos fazem amor, em média, três vezes por noite até aos trinta anos de idade, altura em que a média baixa para catorze vezes por semana.

Os antigos Egípcios já usavam preservativos, no entanto o método de contracepção mais utilizado era um supositório vaginal feito com mel e língua de crocodilo.

Embora as mulheres fiquem 30% mais activas sexualmente durante a lua cheia e prefiram fazer amor às 23 horas, o estrogénio e a progesterona atingem o seu pico ao cair da tarde.

Os aborígenes do deserto do Kalahari têm o pénis semi-erecto o tempo todo.

O clássico da literatura indiana, "O Jardim Perfumado", conta a história de um homem que ficou com o pénis erecto durante 30 dias, sem parar, só a comer cebola. O "Kama Sutra" diz que "muitos ovos fritos na manteiga e depois mergulhados no mel" fazem o membro ficar erecto por uma noite inteira.

A tribo Caramoja, do nordeste do Uganda, amarra um peso na ponta do pénis para alongá-lo. Às vezes, o membro fica tão comprido que o dono tem de enrolá-lo para cima.

Uma empresa americana criou uma boneca de silicone de 5 mil dólares para a prática do sexo. Num ano e meio foram vendidas mais de cinco mil unidades. Um artigo sobre a boneca dizia: "Mulheres lindas e obedientes, que não gostam de conversar sobre a relação e aceitam sexo sem envolvimento - uma fantasia de milhões de homens neste início de milénio pode ser satisfeita com facilidade."

Em Inglaterra, um fabricante produziu um "boneco gay" de 32cm, que se tornou um enorme sucesso de vendas na Europa e no Japão.

Na Alemanha foi inaugurado um "museu do erotismo", chamado "Mundo das Fantasias Eróticas", com uma área de 1.800m2 e 3.000 objectos em exposição.

No Sri Lanka, rapazes de 16 a 19 anos são abordados por senhoras europeias ricas, que pagam para ficar hospedadas na casa das respectivas famílias, dormindo nos seus quartos.

Em Espanha, surgiu um aparelho comandado por computador, para provocar orgasmos em homens, e aguarda-se a criação de um modelo para as mulheres...

No Peru, existe um partido político exclusivo para gays, prostitutas, transexuais, travestis e lésbicas.

Na tribo Tükúna, o homem que deseje casar, procura um outro que tenha uma irmã. Pede para casar com a irmã dele e oferece-lhe ao mesmo tempo a sua irmã solteira.

No Sri Lanka, o jovem Khalid Mosood escreveu cerca de 700 cartas à sua amada propondo-lhe o casamento. A moça acabou por se casar com o carteiro.

Na Grécia um caso chocou os habitantes da ilha de Creta. Na véspera do seu casamento, a jovem noiva resolveu levar alguns amigos para conhecerem a sua nova casa. Ao chegar lá, encontrou o futuro marido na cama com outro homem. Pior: o noivo estava a usar o vestido da noiva. A noiva teve uma crise nervosa e o noivo nunca mais foi visto.

Higiene Feminina Íntima

Devemos entender que a genitália feminina detesta ser agredida com produtos químicos e que mesmo mantendo mecanismos próprios de proteção, não é por isso que vamos deixar de fazer a higiene que ela merece e necessita.

Vão aí algumas dicas:
Use sempre sabonetes neutros.

Jamais use desodorantes íntimos.

Mantenha os pelos pubianos aparados.

Após urinar, seque a vulva encostanto o papel higiênico, sem fazer movimentos bruscos, para evitar que o papel esfarele e deixe pequenos pedaços grudados; nunca traga o papel de trás para a frente pois poderá contaminar a vagina com bactérias que habitam normalmente a região perianal .

No banho, procure afastar os lábios vaginais para fazer a higiene dos sulcos interlabiais.

Não é necessário lavar ou fazer "chuveirinho" dentro da vagina.

Evite o uso habitual de absorvente fora do período menstrual.

Durante a menstruação troque o absorvente externo ou interno com freqüência.

Dê preferência às roupas íntimas de tecido natural como o algodão. As calcinhas de "lycra" ou renda aumentam a temperatura e são irritantes das mucosas.

Evite usar roupas apertadas no dia-a-dia. Durma com roupas soltas, e dispense a calcinha sempre que possível.

Procure urinar após a relação sexual. Esse hábito ajuda a evitar a cistite já que o jato urinário lava a uretra, que em algumas mulheres se contamina com muita facilidade no coito.

Use preservativo, esse também é um bom hábito de higiene.

As dicas são do Dr. Antônio Barbato - ginecologista e obstetra

PERDI MEU DESEJO SEXUAL !!

Podemos dizer que o dia a dia conspira contra o sexo, pois conciliar a família, os amigos, o trabalho e os nossos interesses pessoais é muito difícil. Podemos ainda adicionar a todo este stress a situação financeira do país (sempre instável ), problemas outros que afetam o nosso controle emocional e principalmente o envelhecimento inevitável do nosso corpo e teremos com certeza algum tipo de disfunção sexual, de maior ou menor grau.

Resgatar as respostas sexuais (o gostoso arrepio na nuca, o desejo incontrolável de ir para a cama após muitos beijos, as fantasias sexuais que vêm às vezes em nossas mentes, o tremor do corpo quando tocado pela pessoa que desejamos) de quando jovens não é possível, porém devemos manter a nossa sexualidade sempre vibrante e presente para evitar que o desgaste do dia a dia leve os casais a serem somente bons amigos e ex-amantes (ou com uma freqüência sexual tão pequena que os deixem infelizes).

Em pesquisa americana casais que fazem sexo três vezes por semana aparentam ser 10 anos mais jovens. Sabemos também que nos Estados Unidos 33% das americanas entre 18 e 59 anos não sentem vontade de fazer sexo, enquanto que no Brasil 55% a 60% das mulheres adultas sofrem algum tipo de doença sexual e entre os homens a porcentagem varia de 30% a 35%.

Mas se você se encaixa nesta pesquisa não desanime pois com tratamento podemos aumentar muito a intensidade do desejo. Devemos identificar a sua origem, psicológica (na maioria dos casos), física ou ambas.

O que inibe o nosso desejo?
R: Causas psicológicas e físicas.

Causas Físicas: Podemos citar as mais comuns:
1-ESTAFA FÍSICO - O nosso corpo não é de aço e tem os seus limites. Exigimos demais dele e as suas respostas, sexuais ou não, não terão a mesma intensidade e rapidez. PRIMEIRO TEMOS QUE NOS CUIDAR FISICAMENTE.

2-USO DE DROGAS, ALCOOLISMO E CIGARRO - Estes vão minando as nossas resistências e vão destruindo as nossas respostas nervosas e vasculares, do que depende o nosso desempenho sexual.

3-USO DE MEDICAMENTOS -Alguns remédios como calmantes, antidepressivos, alguns anti-hipertensivos e outros podem alterar a resposta sexual.

4-ALTERAÇÕES HORMONAIS - no homem e na mulher.


5- TENSÃO PRÉ-MENSTRUAL - podem causar sintomas que dificultam a intimidade (dor nos seios, dores de cabeça, irritabilidade) e os homens precisam respeitar estes momentos.


6-DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E INFECÇÕES GENITAIS - podem causar dor, corrimentos, mau cheiro, etc.

Causas Psicológicas: As mais comuns são:
1-ESTRESSE PSICOLÓGICO - excesso de trabalho, ansiedade contínua entre outros fatores deixam a pessoa sem energia e cabeça para começar qualquer atividade sexual.

2-DEPRESSÃO - muito comum atualmente e dá perda de interesse pelas coisas que dão prazer na vida como, por exemplo, o sexo.

3-BAIXA AUTO-ESTIMA - ou seja, não gostar de si próprio tanto fisicamente com psicologicamente, o que leva a não querer exibir o próprio corpo.

4-PROBLEMAS PESSOAIS - desemprego, falta de dinheiro, doenças na família, etc.

5-INFIDELIDADE - a traição deixa mágoas difíceis de esquecer.

6-O DIA A DIA - a repetição diária da mesma forma de fazer o sexo leva a bloqueio da excitabilidade sexual.

7-FALTA DE ORGASMO - sem dúvida este fator mais para as mulheres levam a falta de interesse sexual e afastamento do parceiro.

8-COBRANÇAS SEXUAIS CONTÍNUAS - não aceitar um "não", fazer exigências sexuais, a necessidade sempre de grandes orgasmos vão tirando a qualidade do sexo e os parceiros perdem a libido.

Como convencer sua parceira a fazer sexo anal



Ela se cansa de insistir que não quer. Não quer nem considerar a idéia. Alega um monte de coisas, fica extremamente racional ao invés de deixar a coisa rolar. Acredite, a maior parte dos casos é repressão, educação que a garota teve. Os outros casos é só a impressão de que vai doer.

Caso mais frequente: ela não quer nem ouvir falar do assunto.

Faça um gostoso sexo oral nela, depois transe bem gostoso. Quando ela estiver no maximo da excitação, só informe: da próxima vez que a gente transar, vamos fazer sexo anal.

É só isto: anuncie, com muita firmeza e convicção, que da próxima vez vai haver sexo anal. Agora é que vem o segredinho... NESSA PRÓXIMA VEZ, ESQUEÇA TOTALMENTE O PROMETIDO! Nem fale no assunto. Finja que não tem a menor vontade daquilo, e transe normalmente, fazendo tudo para deixá-la muito excitada.

Algumas vezes depois, volte a avisar que da próxima vez vocês vão fazer sexo anal. Ela pode até dizer: "você já disse isto da outra vez", aí você pergunta: "E você sentiu falta?" Se a resposta for não, nem ligue. O importante é que da próxima vez você também NÃO VAI FAZER NADA!

Já percebeu o que vai acontecer na cabeça dela, não é? Ela vai começar a pensar na idéia, porque você falou com muita segurança e ela acreditou que ia mesmo acontecer, ou que você pelo menos ia tentar.

Ela se preparou toda para dizer não, e você nem se lembrou do assunto. Isto vai causar uma certa frustração na garota. Ela nem vai perceber que está frustrada, pode até parecer que está aliviada, mas no fundo...

Quando você prometer pela segunda vez, ela vai achar que dessa vez você vai mesmo tentar. Ela vai se preparar, vai ter que pensar no caso, vai imaginar como seria e o que você faria... Mas de novo você vai deixá-la sozinha na expectativa criada. Nova frustração. E talvez uma vontadezinha nova também...

Um belo dia, sem avisar... Comece por um sexo oral bem feito, só que com a sua língua terminando no ânus. Demore-se lá até que ela não ofereça nenhuma resistência, até que ela se acostume com a situação. Temos que admitir que é muito íntimo, é meio "invasor", não é assim tão natural ter alguém com a língua em uma parte tão íntima da gente. Por isto é preciso demorar lá com a língua, que é para ela perder o susto, relaxar e começar a curtir.

A partir daí ela vai começar a querer a penetração. E vai imaginar que seu próximo passo vai ser este. Não perca o momento, porque, numa próxima vez, ela pode se preparar para te freiar muito antes deste ponto. Se você chegou até aí, siga em frente.

Se ela gritar que está doendo muito? Se mandar parar? Se mandar parar mesmo, não é aquele "não" que significa "sim", é porque doeu. Pare e dê um tempo, de um a dois minutos, que é para a dor passar, mas continue excitando-a. Depois desses minutinhos, tente de novo. Vai doer bem menos da segunda vez. E ela vai deixar.

Agora, se a menina não quiser mesmo, deve ter problemas mais sérios, até mesmo problemas psicológicos difíceis de serem solucionados. E nunca esqueça da camisinha, para o bem de vocês dois.

Importante: Vê se percebe quando deve parar de insistir. Tem gente que não quer mesmo e pronto. É um direito dela.

Clitóris - "O segredo pode estar nele"

Muitas mulheres reclamam que nunca atingem o orgasmo. Algumas acham que é porque são inexperientes, outras porque sentem vergonha na hora do sexo, mas a maioria das mulheres, principalmente as que tiveram mais experiências sexuais, têm a plena certeza que alguns homens ainda não sabem direito o que fazer com o clitóris da mulher.
Pensam que é só chegar lá e "tchibum" e ainda acham que a mulher é incompetente se não gozar.
Tá certo também que a mulher deve falar ao seu parceiro do que quer e do que gosta na hora do sexo, mas não vai ter que falar a vida inteira, né? Afinal, clitóris existem vários, mas a função dele é a mesma em todas as mulheres: é o órgão do prazer.
Depois tem outra coisa, a mulher não gosta de ficar guiando o homem na hora do sexo, afinal, não são eles que sempre acharam que sabem tudo sobre o assunto? Justamente por isso, as mulheres não querem magoá-los dizendo o que fazer.
Outro detalhe, elas gostam mesmo é da iniciativa dos homens na hora do sexo e de serem comandadas na cama, pois se sentem mais fêmeas. Ainda que às vezes tomem a dianteira e assumam o controle na cama, não gostam que isso aconteça sempre.
Por isso, na hora que o clima estiver montado, o homem deve prestar atenção nas mensagens que a mulher dá com o corpo e com as palavras, quando ela está gostando dos carinhos e quando não está.
Se o homem perceber que o carinho está deixando-a excitada, então deve continuar, se perceber que ela está querendo tirar a a mão do homem de onde ela está, deve ter o mínimo de sensibilidade para perceber que está fazendo algo errado e que não está dando prazer algum pra ela. Sabe aquele ditado que diz "em time que está ganhando não se mexe? Pois é. Não modifique seu carinho se perceber que ele está dando certo, pelo menos até perceber que a mulher está engrenada e que está excitada. Pelo contrário, se concentre nele!
Abaixo, temos que quase uma confissão do que as mulheres gostam e de como atingem o orgasmo muito mais fácil.
Conhecendo o Corpo Dela
A essa altura, é bom que você conheça o clitóris. É um órgão extremamente sensível, que não admite carinhos bruscos, pois se isso acontecer, o efeito será totalmente inverso, causando desconforto e dor. Conclusão: prazer zero! Imaginem serem arranhados na glande? Ruim, né? Pois é, no clitóris o efeito é o mesmo.
O Carinho
A mulher gosta de ser acariciada no clitóris, lentamente. Se você está com muita pressa por não conseguir conter o tesão, então parta para uma "rapidinha" para só depois recomeçar com ela do jeito que tem que ser. Tem homem que só pensa no próprio prazer, ou seja, quer logo partir para a penetração e não percebe que assim a mulher não chegará ao orgasmo. Parece estar participando de uma competição, onde ele é quem tem que ser o vencedor. Começa a fazer as carícias com rapidez e de forma errada, pois quer chegar logo no objetivo que é penetrar. É mais fácil conduzir o sexo de outra forma do que fazer mal feito.
Dedos e Língua
Você sabe que as suas mãos devem acariciar todo o corpo da mulher. Use os dedos para os lugares estratégicos como: a região anal, a parte baixa das nádegas, a vagina e todos os arredores dela. Faça com ela tudo que você sabe que ela gosta normalmente.
Vamos ignorar que as outras partes do corpo existam e vamos nos concentrar no clitóris.
Experimente um pouco de gel lubrificante nos dedos,logo no início das carícias no clitoris, pois além de evitar qualquer tipo de atrito, costuma-se notar que a mulher acaba ficando muito mais excitada e portanto mais rapidamente umidecida, pois o toque do dedo fica macio com a ajuda do gel.
Não tenha pressa. Admire vê-la se mexendo, se contorcendo e sussurrando sons. Quanto menos pressa tiver, mais rápido ela terá um orgasmo e mais prazer terá a cada toque.
Passe os dedos lentamente e levemente em volta de todo o clitóris. Dê um pouco de atenção à ele, e depois passe para os seus arredores. Demore um pouco com os dedos ou a lingua por toda a volta dele pois a idéia que voce vai voltar a acariciá-la no clitoris e o suspense de não saber quando, é justamente o que a deixará totalmente louca de prazer. De vez em quando, penetre um de seus dedos na vagina. Sem força. Nesse "estágio", a mulher já está quase pronta para um orgasmo.
Use o dedo indicador e o polegar para segurar toda a área do clitóris - lentamente, suavemente. Faça isso com lubrificante nos dedos ou se sentir que ela já está bem lubrificada. Deixe que os dedos deslizem para cima e para baixo com uma leve pressão.
Tem mulher que nesse determinado momento tem um orgasmo.
Se preferir usar a língua, use. As mulheres adoram. Com a língua você não precisa usar o lubrificante, mas pode usar outros artifícios se quiser, como uma geléia, um sorvete, um chantily...
Você pode terminar o prazer dela, depois que ela estiver bastante excitada, usando o indicador todo meio inclinado, de forma que ele escorregue pelo clitóris pressionando-o levemente e chegue até a vagina, onde você colocará todo seu dedo. Faça isso várias vezes, indo e voltando, subindo e descendo, mas lembre-se: sem apertar demais, sem usar a unha e sem arranhar.
O que o homem NÃO pode fazer
Não deve jamais estar com as unhas compridas e arranhar o clitóris.
Não deve jamais mordê-lo ou raspar a sua barba (inclusive a que está por fazer, pois machuca ainda mais) e isso deixará a mulher irritada (nos dois sentidos), portanto, não ponha tudo a perder.
Não pode jamais desistir de estimulá-la, a não ser que ela peça para parar, mas nunca a deixe só na vontade. Começou, vá até o final.
Não fique limitado só ao clitóris. O homem deve e precisa tocar a mulher em outras partes do corpo para ajudar na excitação.
Não deve ficar insistindo com o carinho no clitóris se perceber que ela não está lubrificada e que está afastando suas mãos.
Com essas dicas, ela não só vai ficar louca de prazer como achar que você é o melhor amante que ela já conheceu!

Desejo pelos dois sexos


Sharon Stone estava numa festa em Hollywood quando desapareceu acompanhada de uma atraente mulher. As duas só voltaram muito depois...a sobremesa já estava sendo servida. Mas ela também adora fazer sexo com homens. Sua secretária se encarrega de marcar todos os seus encontros amorosos. Essas indiscrições foram divulgadas pelo jornal Sunday Mirror e fazem parte da biografia não-autorizada da atriz. Outra estrela americana, Jodie Foster, teve seu desejo sexual por mulheres revelado num livro escrito por seu próprio irmão. Entrevistada pelos jornais, declarou: "Tive uma ótima educação, que nunca me fez diferenciar homens e mulheres." Esses são apenas alguns exemplos dos incontáveis casos de bissexualidade famosos.
As estatísticas mostram que a grande maioria já sentiu, de alguma forma, desejo por ambos os sexos. Pesquisas indicam que nos Estados Unidos mais de 40% dos homens casados, durante toda a vida de casados, se envolveram em sexo regular com outros homens. Seríamos todos bissexuais dependendo apenas da permissividade do nosso meio social? Para Freud o ser humano é biologicamente bissexual. Nasceríamos com um impulso sexual dirigido tanto para pessoas do sexo oposto como para as do mesmo sexo, e a orientação sexual — homo ou hetero — seria determinada na infância.
O pesquisador americano Alfred Kinsey acredita que a homossexualidade e a heterossexualidade exclusivas representam extremos do amplo espectro da sexualidade humana. Para ele, a fluidez dos desejos sexuais faz com que para cada heterosexual exista pelo menos uma pessoa que sinta, em graus variados, desejo pelos dois sexos. Entretanto, essas sempre foram acusadas de indecisas, de estar em cima do muro, de não conseguir se definir. Os heterossexuais costumam ver a bissexualidade como um estágio e não como uma condição alcançada na vida. Muitos gays e lésbicas desprezam os bissexuais acusando-os de insistir em manter os "privilégios heterossexuais" e de não ter coragem de se assumir. Por isso, é comum esconderem a sua dupla orientação na tentativa de se proteger das críticas.
Em 1975, a famosa antropóloga Margareth Mead declarou: "Acho que chegou o tempo em que devemos reconhecer a bissexualidade como uma forma normal de comportamento humano. É importante mudar atitudes tradicionais em relação ao homossexualismo, mas realmente não deveremos conseguir retirar a carapaça de nossas crenças culturais sobre escolha sexual se não admitirmos a capacidade bem documentada (atestada no correr dos tempos) de o ser humano amar pessoas de ambos os sexos."
Porém, a aceitação social da bissexualidade sofreu um retrocesso na década de 80, com o surgimento da AIDS. Os bissexuais foram acusados de gays enrustidos, que estariam disseminando o vírus HIV, inclusive dentro do casamento. É fundamental que não se confundam valores morais impostos socialmente — como a heterossexualidade — com uma epidemia que pode ter seu contágio controlado com o uso de preservativos. É mais provável que o aumento de casos de AIDS entre pessoas casadas esteja diretamente relacionado aos preconceitos e idéias equivocadas sobre fidelidade. Fica difícil um homem bissexual inserir o uso da camisinha no sexo com a esposa.
Quase todas as pessoas afirmam que romperiam um namoro ou casamento se descobrissem que seus parceiros são bissexuais. Mas isso é uma questão cultural. Na Grécia Clássica (século V a.C.) a iniciação sexual de um jovem se dava com o seu tutor. E era considerado natural que os cidadãos gregos casados e respeitáveis tivessem relações sexuais com as esposas, as concubinas, as cortesãs e os efebos (jovens rapazes).
Marjorie Garber, professora da Universidade de Harvard, que elaborou um profundo estudo sobre o tema, compara a afirmação de que os seres humanos são heterossexuais ou homossexuais às crenças de antigamente, como: o mundo é plano, o sol gira ao redor da terra. Acreditando que a bissexualidade tem algo fundamental a nos ensinar sobre a natureza do erotismo humano, ela sugere que em vez de hetero, homo, auto, pan e bissexualidade, digamos simplesmente isexualidade.
Será que o amor pelos dois sexos se tornará uma opção cada vez mais comum a ponto de predominar? A bissexualidade, como muitos afirmam, vai ser mesmo o sexo do futuro?

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Imagens de Uma Cirurgia de Troca de Sexo

Uma equipe médica realizou pela primeira vez na Argentina uma cirurgia de mudança de sexo em um menor de idade, que sofria de disforia de gênero, transtorno que fazia com que ele se sentisse uma mulher, apesar de ter nascido com genitália masculina.
Além disso, como são 40 fotos ao todo, o arquivo demora um pouco mais para carregar. 'Nati', como é conhecida a menor de 17 anos, foi operada com a autorização de sua família, que tinha o aval de seus pais e de seus dois irmãos adolescentes, além da permissão de uma sentença judicial, informou uma fonte familiar.
A operação foi realizada em um centro médico particular da cidade de La Plata, a 60 km de Buenos Aires e durou cinco horas.
Durante a intervenção cirúrgica, foram retirados de 'Nati' seus testículos e seu pênis, além de ter sido criada uma cavidade vaginal que permitirá que a menor de idade tenha "uma vida sexual plena como mulher", afirmou a fonte médica. IMANGES NAO PERMITIDO PARA MENORES DE 18 ANOS

Como foi a primeira cirurgia
A cirurgia de mudança de sexo foi autorizada pela Justiça da província de Córdoba (centro), onde vive 'Nati', depois de uma batalha judicial iniciada com o apoio da família em 2004.
Foi a primeira vez que uma sentença judicial autoriza a mudança de sexo de um menor. Na Argentina, esta cirurgia é permitida apenas em adultos. E a maioridade se dá aos 18 anos. Um comitê de bioética constituído por decisão do tribunal superior provincial analisou o caso de 'Nati' entre abril e agosto passado, e finalmente decidiu em favor da intervenção cirúrgica de mudança de sexo.
"Eu sou uma mulher, me sinto como uma mulher e não quero mais me esconder", tinha dito Nati a seus pais há quatro anos, que iniciaram o caminho que culminou com a intervenção cirúrgica. "Para ela, foi muito duro superar a permanente opressão de uma sociedade imatura.
Ultrapassou muitas barreiras de discriminação para chegar até aqui", disse Alicia, mãe de 'Nati' à imprensa, depois da operação.
A segunda Cirurgia

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Brasil faz duas cirurgias de mudança de sexo a cada dia

RIO, SÃO PAULO E BRASÍLIA — Em meio à polêmica sobre a redução da idade mínima para a cirurgia de troca de sexo, um levantamento obtido pelo GLOBO mostra que transexuais brasileiros recorrem cada vez mais a esse tipo de procedimento na rede pública de saúde. Nos últimos cinco anos, o número de operações de mudança de gênero cresceu de forma constante e, atualmente, são realizadas duas cirurgias por dia no país. Segundo dados do Ministério da Saúde, desde agosto de 2008, quando a cirurgia começou a ser oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS), foram realizados 2.714 atendimentos hospitalares e ambulatoriais para o processo de mudança do sexo masculino para o feminino. No período, o governo gastou R$ 314 mil.
Em 2009, foram realizados 501 procedimentos de mudança de sexo, número que cresceu para 510, em 2010, e para 706, em 2011. No ano passado foram realizados 896. Até o momento, o país não realiza cirurgias de mudança do sexo feminino para o masculino. Na quarta-feira, o Ministério da Saúde havia publicado uma portaria que autorizava a operação e alterava a idade mínima do procedimento de 21 para 18 anos. Por ordem do Palácio do Planalto, contudo, a portaria foi suspensa no mesmo dia.



Jeane Louise, que vive na Bahia, quer fazer a cirurgia, mas diz não ter recursos para viajar para outro estado
Foto: Terceiro / arquivo pessoal
O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto d'Ávila, criticou o governo.
— A portaria anulada não estava de acordo com nosso parecer. Está havendo uma atualização desse assunto no mundo inteiro. Também não nos quiseram nos ouvir, porque nós pedimos tempo para que aguardassem. E eles editaram e claro que foi uma medida absolutamente inadequada para o momento, intempestiva, açodada, como sempre. E por isso tem que recuar. Parece que de vez em quando surge alguém mais lúcido “que bobagem vocês fizeram”. E aí eles recuam.
Na nota divulgada nesta quinta-feira suspendendo os efeitos da portaria, o Ministério da Saúde informou que vai considerar o parecer do CFM sobre o tema. O governo quer que haja mais discussão sobre a possível redução da idade mínima para o início de tratamento com hormônios e atendimento psicológico para pessoas em processo de mudança de sexo.
O presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais, Cris Stefanny, também criticou o recuo. Segundo ele, o governo está cedendo à pressão de fundamentalistas religiosos. Stefanny diz que estes grupos fizeram forte oposição da presidente Dilma na campanha passada e, agora, estão inviabilizando a adoção de importantes medidas.
O promotor Diaulas Ribeiro, do Ministério Público do Distrito Federal, um dos primeiros a criticar a forma como foi proposta a redução da idade mínima para o tratamento pré-cirurgia de mudança de sexo, concorda com o posicionamento do CFM sobre o tema. Ele lembra que a quinta edição do Dicionário de Saúde Mental (DSM-5), elaborado pela Associação Americana de Psquiatria, publicada em maio, muda o critério para a abordagem da questão da identidade de gênero. E essas mudanças não foram levadas em consideração na portaria publicada (e depois suspensa) pelo governo.
— O que legitima o exercício legal da Medicina é o CFM. O governo passou por cima disso. Com base nas inovações editadas pelo DSM-5, o conselho vai modificar protocolos. Por isso, foi prudente, ao não publicar nada antes de ter uma base científica — diz Diaulas, precursor na defesa dos direitos dos transexuais no Ministério Público.
Apenas quatro hospitais realizam cirurgia
Ainda que tenha havido um grande aumento da procura pela cirurgia nos últimos anos, a limitação da oferta do serviço e a carência de profissionais têm sido alvo de críticas de transsexuais e médicos no país. Atualmente, apenas quatro hospitais estão credenciados para realizar a cirurgia de mudança de sexo: o Hospital de Clínicas de Porto Alegre, o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás, o Instituto de Psiquiatria da Fundação Faculdade de Medicina de São Paulo e o Hospital Universitário Pedro Ernesto, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) . Em todos eles, a agenda de cirurgias está completa até o final do ano.
Em São Paulo, onde funciona o hospital com maior capacidade para operações de mudança de sexo, é feita uma cirurgia por semana, cerca de cinquenta por ano. Em média, um paciente fica em torno de três anos na fila de espera. Em Goiás, a coordenadora do projeto transexualismo do Hospital das Clínicas, Mariluza Terra Silveira, afirmou que a espera para a realização da cirurgia já chega a “quase seis anos de fila”. A demanda atual na unidade médica é bastante superior à equipe disponível.
— Há uma grande procura. Temos pacientes do Pará, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, Tocantins e de outros estados. A procura é grande e não estamos mais aceitando pacientes para procedimentos porque não temos capacidade de resolução. Enquanto a equipe não for ampliada, é impossível fazer mais cirurgias — disse.
A inexistência de hospitais credenciados no Norte e Nordeste tem levado transexuais a viajarem para outros estados para realizarem o procedimento cirúrgico, o que tem agravado o tempo de espera. Por conta da necessidade de deslocamento, muitos transexuais não conseguem realizar a cirurgia em virtude de dificuldades financeiras.
Na Bahia, a transexual Jeane Louise, de 22 anos, decidiu passar pelo processo de redesignação sexual pela rede pública de saúde, mas não tem condições de arcar com uma viagem para outro estado. Ela lembra que, mesmo que entre no programa de tratamento fora de domicílio, tendo sua passagem paga pelo poder público, não tem condições de sustentar-se por mais de um ano em outro estado.
— No tratamento fora de domicilio, espera-se em uma fila enorme. A passagem é paga pelo poder público, mas os custos de hospedagem ficam por conta da paciente. E, nessa situação, fica complicado, porque é uma fila de anos. Há muitas que preferem juntar o dinheiro e realizar a operação no exterior, na Tailândia — afirmou.
Desde 1997, a transexual Carla Amaral, de 40 anos, tenta fazer a cirurgia de mudança de sexo. Naquele ano, inscreveu-se em um projeto experimental de uma faculdade de Medicina, em Curitiba. Tomou hormônios, teve o laudo de encaminhamento para a operação, mas o projeto não vingou. Em 2008, quando a cirurgia passou a ser ofertada pelo SUS, voltou a batalhar por uma vaga. Ela conseguiu entrar na fila em 2010, mas, até hoje, nem por consulta passou. Ela não tem como arcar com uma cirurgia em clínica particular.
— Estou numa fila à espera de uma consulta em um desses quatros centros que fazem a cirurgia. E terei que começar tudo outra vez. Estou com 40 anos, tomo hormônio desde os 15 — contou.
Necessidade de mais clínicas
A representante social das travestis e transexuais no Conselho Nacional de Saúde (CNS), Fernanda Benvenutty, aponta a necessidade de credenciamento de novas clínicas para a realização de cirurgias no país, sobretudo no Nordeste. Ela reconhece que a mudança da idade mínima para a realização da operação aumentará a demanda pelo procedimento.
— É urgente o credenciamento de novas unidades, porque a demanda é grande. Há meninas que saíram da Paraíba que estão há mais de três anos na fila em São Paulo e Rio de Janeiro. A nova portaria garante a ampliação desses outros serviços. Eu acredito que com ela, a alta demanda pode diminuir — afirmou.
Procurado pela reportagem, o Ministério da Saúde informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que os estados e municípios são os responsáveis pelo pedido de credenciamento de unidades médicas para a realização da operação de mudança de sexo, e não o governo federal. (Colaboraram André de Souza e Maiá Menezes)


 

Idade da primeira relação sexual influencia satisfação amorosa na vida adulta

Um estudo da Universidade do Texas em Austin (EUA) descobriu que o momento da primeira relação sexual de uma pessoa pode influenciar sua vida romântica na idade adulta.
Os pesquisadores queriam descobrir se o início da vida sexual na adolescência podia prever o futuro romântico das pessoas – se elas casariam ou viveriam com seus parceiros, o número de parceiros românticos que teriam, se estariam satisfeitos com seu relacionamento, etc – mais tarde na vida adulta.
Para tanto, um grupo de psicólogos liderados pela principal autora do estudo, Paige Harden, analisou 1.659 pares de irmãos do mesmo sexo que foram seguidos desde a adolescência (cerca de 16 anos) até a idade adulta jovem (cerca de 29 anos).
Cada irmão foi classificado como tendo uma primeira relação sexual precoce (menos de 15 anos), em tempo (15 a 19 anos), ou tardia (mais de 19 anos).
Os que tiveram uma primeira experiência sexual tardia foram associados com maior escolaridade e maior renda familiar na idade adulta. Também eram menos propensos a se casar e tiveram menos parceiros românticos na idade adulta.
Entre os participantes que eram casados ou viviam com um parceiro, a iniciação sexual mais tardia foi associada a níveis significativamente mais baixos de insatisfação no relacionamento na vida adulta.
Eles eram mais propensos a dizer que estavam satisfeitos com a forma como eles e seus parceiros resolviam conflitos, a relatar que seus parceiros lhes davam amor e carinho, e a dizer que gostavam de fazer coisas do dia-a-dia com os seus parceiros.
As associações continuaram as mesmas depois que os cientistas levaram fatores genéticos e ambientais em conta, e não pode ser explicada por diferenças na escolaridade, renda ou religiosidade na vida adulta, ou por diferenças de envolvimento amoroso, índice de massa corporal ou atratividade na adolescência.
Isso significa que o momento da primeira relação sexual prediz a qualidade e a estabilidade dos relacionamentos românticos na idade adulta e que, quanto mais tarde for esse momento, melhor pode ser para a pessoa.

Prejuízo x benefício

Não é comum se ouvir dizer que os jovens de hoje andam muito precoces ou até mesmo amorais. Eles se engajam em mais comportamentos de risco e namoram e transam mais cedo do que se costumava antigamente.
Mas em até que ponto a experiência sexual precoce pode prejudicar os adolescentes?
No novo estudo, participantes que tiveram experiências precoces ou no tempo considerado mais adequado foram em grande parte indistinguíveis.
Os dados, então, sugerem que o início sexual precoce não é tanto um fator de risco quanto o início tardio é um fator “protetor” para moldar a vida romântica na idade adulta.
Além disso, estudos anteriores descobriram que a relação sexual mais precoce nem sempre está associada com resultados negativos. Adolescentes que tiveram sua primeira relação sexual mais cedo na vida, mas dentro de um relacionamento de namoro, tinham menores níveis de comportamentos delinquentes, por exemplo.

Quanto mais tarde, melhor?

Vários mecanismos podem explicar a relação entre iniciação sexual tardia e felicidade no amor na vida adulta.
É possível, por exemplo, que as pessoas que têm seu primeiro encontro sexual mais tarde na vida também têm certas características que afetam ambos o atraso sexual e a qualidade do relacionamento. Por exemplo, essas pessoas são mais maduras, seguras, etc.
Elas também poderiam ser mais exigentes na escolha de parceiros amorosos e sexuais, resultando em uma relutância em entrar em relacionamentos íntimos a menos que esses sejam muito satisfatórios.
Também é possível, no entanto, que as pessoas que têm a sua primeira relação sexual mais tarde simplesmente tenham passado por experiências diferentes, evitando primeiros encontros que poderiam ter efeitos prejudiciais mais tarde.
Por fim, Harden afirma que é possível que os indivíduos que têm relacionamentos íntimos apenas mais tarde, depois de terem acumulado maturidade cognitiva e emocional, podem ter melhores habilidades de relacionamento do que os indivíduos que entram em relações íntimas enquanto ainda são adolescentes (e imaturos).
Pesquisas futuras podem ajudar a identificar quais desses mecanismos realmente influencia a relação entre o momento da primeira experiência sexual e futuros resultados românticos

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