São Paulo é considerada a capital gay do Brasil e
acolhe um dos maiores eventos do gênero do mundo - a Parada do Orgulho
GLBT de São Paulo (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais).
Mas a festa se torna cada vez mais popular em outros lugares do país,
com desfiles que acontecem em diversas cidades. As reinvidicações são as
mesmas, mas cada evento possui sua própria identidade. Confira as datas
da Parada Gay pelo Brasil!
Este Blog foi escrito para o Público LGBT de todas as idades que estão a pensar em assumir-se. Nós sabemos que tomar a decisão de se assumir pode ser assustadora e desgastante. É por estas razões e devido ao nosso trabalho na área de homossexuais que fizemos este Blog. Acreditamos que informação útil e as experiências de outras pessoas em assumirem-se podem preparar-te para algumas das consequências que podem resultar de te assumires perante a família e amigos.
Blog que reúne as principais notícias sobre o público Gls Glbt Lgbt (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). Tem por objetivo manter tal comunidade informada, para que usufruam de seus direitos, comemorem suas conquistas e lutem pela diminuição do preconceito. Deixe seu recado, mande suas fotos e videos poste no nosso blog
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terça-feira, 11 de novembro de 2014
Parada Gay 2015 Parada Gay de São Paulo 2015
A primeira manifestação do orgulho gay no Brasil
aconteceu em São Paulo, em 1996, e desde o começo teve uma
carcaterística curiosa: seu público record. A edição deste ano contou
com um milhão e meio de pessoas. Em 2005, o número subiu para 1,8 milhão
e, em 2007, a organização estimou cerca de 3,5 milhões de
participantes. Esse número a converteu no maior evento do mundo desse
gênero, com um público massivo tanto do Brasil, como internacional.
A Parada Gay, cujo nome oficial é Parada do Orgulho GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), acontece na Avenida Paulista e a cidade fica praticamente interditada durante sua realização. A festa, que possui como objetivo principal a reinvidicação dos direitos do coletivo, também organiza debates, seminários, shows e palestras sobre o assunto. A cada ano, possui um tema diferente. Pesquise voos baratos para São Paulo e desfrute da parada Gay 2012
Na Parada Gay 2015 o desfile e os demais eventos serão organizados pela Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo. A previsão é de que a festa tenha um público ainda maior que os outros anos, diversos trios elétricos, espetáculos, uma feira cultural e exposições.
A Parada Gay, cujo nome oficial é Parada do Orgulho GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), acontece na Avenida Paulista e a cidade fica praticamente interditada durante sua realização. A festa, que possui como objetivo principal a reinvidicação dos direitos do coletivo, também organiza debates, seminários, shows e palestras sobre o assunto. A cada ano, possui um tema diferente. Pesquise voos baratos para São Paulo e desfrute da parada Gay 2012
Parada Gay 2015
A Parada Gay 2012 de São Paulo foi a 16ª edição do Mês do Orgulho LGBT, e acontecerá no dia 10 de Junho 2012. O lema dista edição vai ser "Homofobia tem cura: educação e criminalização! – Preconceito e exclusão, fora de cogitação!". O acontecimiento vai ser muito importante por ser a 16ª edição e a previsão é de que a festa tenha um público ainda maior que os outros anos.Na Parada Gay 2015 o desfile e os demais eventos serão organizados pela Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo. A previsão é de que a festa tenha um público ainda maior que os outros anos, diversos trios elétricos, espetáculos, uma feira cultural e exposições.
Dilma fala sobre a criminalização da homofobia: 'Tenho integral compromisso' Em sabatina do O GLOBO, candidata do PT também afirmou que casamento igualitário já é questão solucionada.
Dilma Rousseff responde perguntas de internautas sobre criminalização da homofobia e casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Após a polêmica envolvendo a mudança do programa de governo da rival,
Marina Silva, Dilma Rousseff (PT) disse ter compromisso com a
criminalização da homofobia durante participação da sabatina do O GLOBO
com presidenciáveis.
"Tenho integral compromisso com a criminalização da homofobia. O projeto [que tramitava no Congresso, que criminalizava a homofobia] não tem só o artigo de criminalização de homofobia, tem outros artigos. Nem todos os artigos do projeto o governo é favorável" frisou a candidata.
De acordo com Dilma, a união civil entre pessoas do mesmo sexo é uma questão "solucionada", mas o Estado não tem como impor a aprovação do casamento igualitário porque isso seria assunto das religiões.
"O Supremo aprovou o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, e reconheceu os direitos das relações estáveis. O que eu acho é que o Estado não tem condições de impor o casamento religioso. Mas o Estado, como é laico, tem dever de reconhecer todos os direitos do casamento entre um homem e mulher tem para as pessoas do mesmo sexo. Essa é uma questão solucionada. A discussão central é a questão a respeito da homofobia. É absolutamente necessário, assim como foi necessário criminalizar a violência contra o negro e contra a mulher" finalizou.
"Tenho integral compromisso com a criminalização da homofobia. O projeto [que tramitava no Congresso, que criminalizava a homofobia] não tem só o artigo de criminalização de homofobia, tem outros artigos. Nem todos os artigos do projeto o governo é favorável" frisou a candidata.
De acordo com Dilma, a união civil entre pessoas do mesmo sexo é uma questão "solucionada", mas o Estado não tem como impor a aprovação do casamento igualitário porque isso seria assunto das religiões.
"O Supremo aprovou o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, e reconheceu os direitos das relações estáveis. O que eu acho é que o Estado não tem condições de impor o casamento religioso. Mas o Estado, como é laico, tem dever de reconhecer todos os direitos do casamento entre um homem e mulher tem para as pessoas do mesmo sexo. Essa é uma questão solucionada. A discussão central é a questão a respeito da homofobia. É absolutamente necessário, assim como foi necessário criminalizar a violência contra o negro e contra a mulher" finalizou.
Lésbicas e gays sofrem pressão para mudar de sexo e escapar da pena de morte no Irã Lésbicas, gays, bissexuais e travestis fogem do país para não serem forçados a se submeter a cirurgia de readequação sexual; atos com pessoas do mesmo sexo são punidos com morte no Irã.
O Irã é um dos poucos países em que atos com pessoas do mesmo sexo são
punidos com a morte. Clérigos, no entanto, aceitam a ideia de que uma
pessoa pode estar presa em um corpo do sexo errado. Lésbicas e gays
podem ser forçados a se submeter a uma cirurgia de readequação sexual
(mudança de sexo) - e para evitar isso, muitos fogem do país.
Criado no Irã, Donya manteve seu cabelo raspado ou curto e usava bonés em vez de lenços. Chegou a visitar um médico para tentar interromper sua menstruação.
"Eu era muito jovem e realmente não me entendia", diz. "Pensei que se pudesse parar minha menstruação, ficaria mais masculina".
Se policiais pedissem sua identidade e notassem que ela era mulher, diz, iriam censurar-lhe: "Por que você está assim? Vá mudar seu sexo".
Esta tornou-se sua ambição. "Eu estava sob tanta pressão que queria mudar meu sexo o mais rápido possível", diz.
Por sete anos, Donya submeteu-se a um tratamento hormonal que lhe engrossou a voz e lhe fez crescer pelos no rosto.
Mas quando os médicos propuseram a cirurgia, ela conversou com amigos que haviam se submetido à operação e tinham enfrentado "muitos problemas". Começou a se questionar se essa era a melhor opção para ela.
"Eu não tinha acesso fácil à internet. Muitos sites são bloqueados. Comecei a pesquisar com a ajuda de alguns amigos que estavam na Suécia e na Noruega", conta.
"Comecei a me conhecer melhor... Eu aceitei que era lésbica e estava feliz com isso".
Mas viver no Irã como homem ou mulher fora do armário é impossível. Donya, agora com 33 anos, fugiu para a Turquia com seu filho de um breve casamento, e depois para o Canadá, onde recebeu asilo.
Não é uma política oficial do governo iraniano forçar lésbicas, gays, bissexuais ou travestis a fazerem cirurgia de readequação sexual, mas a pressão pode ser intensa.
Em 1980, o fundador da República Islâmica, o aiatolá Khomeini, emitiu uma fatwa - uma legislação islâmica - permitindo a cirurgia de readequação sexual. Aparentemente, após ser convencido em um encontro com uma mulher que disse estar presa no corpo de um homem.
'Doentes'
Shabnam - nome fictício - é psicóloga em uma clínica estatal do Irã e diz que lésbicas e gays acabam sendo forçados a fazer a cirurgia. Médicos são orientados a dizer que eles estão "doentes" e precisam de tratamento. Pacientes lésbicas, gays, bissexuais e travestis são encaminhados a clérigos para que sua fé seja fortalecida.
As autoridades "não sabem a diferença entre identidade e sexualidade", explica Shabnam.
Não há informações confiáveis sobre o número de operações de readequação sexual realizadas no Irã. Khabaronline, uma agência de notícias alinhada com o governo, disse que os números subiram de 170 em 2006 para 370 em 2010. Mas um médico de um hospital iraniano disse à BBC que só ele realiza mais de 200 dessas operações todos os anos.
Em outros países, mudar a sexualidade de uma pessoa é um processo complexo, que envolve psicoterapia, tratamento hormonal e, algumas vezes, grandes operações - durando anos.
Nem sempre é o caso no Irã.
"Eles (as autoridades) mostram o quão fácil pode ser", diz Shabnam. "Prometem te dar documentos legais e, mesmo antes da cirurgia, permissão para andar na rua vestindo o que quiser. Prometem te conceder um empréstimo para pagar a cirurgia", exemplifica.
Os defensores destas políticas oficiais salientam o lado positivo das medidas, argumentam que transexuais iranianos recebem ajuda para ter uma vida decente e que gozam de mais liberdade do que em muitos outros países.
Mas a preocupação é que a cirurgia de readequação sexual esteja sendo oferecida para pessoas que não se são transexuais - e sim lésbicas, gays, bissexuais e travestis.
"Está ocorrendo uma violação de direitos humanos", acredita Shabnam. "O que me deixa triste é que as organizações que deveriam ter um propósito humanitário e terapêutico podem estejam do lado do governo ao invés de olhar para o ponto de vista das pessoas."
Ovelha negra
Psicólogos sugeriram uma cirurgia de readequação sexual para Soheil, um jovem gay iraniano de 21 anos. A família exerceu grande pressão para que ele concordasse com a operação.
"Meu pai veio me visitar em Teerã com dois parentes", diz ele. "Eles fizeram uma reunião para decidir o que fazer sobre mim. Disseram: 'Ou você muda seu sexo ou vamos te matar. Não deixaremos que você viva nessa família'". Soheil foi mantido em casa, na cidade portuária de Bandar Abbas, sob vigilância da família. Um dia antes da operação, conseguiu escapar com a ajuda de amigos. Eles lhe deram um bilhete de avião e o jovem voou para a Turquia.
O país, que não requer vistos de cidadãos iranianos, é muitas vezes o primeiro destino de quem foge. De lá, eles muitas vezes pedem asilo em um terceiro país da Europa ou América do Norte. A espera pode levar anos e, mesmo na Turquia, eles são alvo de preconceito e discriminação, especialmente em pequenas cidades socialmente conservadoras.
Arsham Parsi, que cruzou a fronteira do Irã para a Turquia de trem em 2005, vive na cidade de Kayseri, na região central do país. Ele foi espancado e teve tratamento hospitalar para deslocamenteo de ombro negado simplesmente por ser gay. Depois disso, não saiu de casa por dois meses.
Mais tarde, Parsi se mudou para o Canadá e criou um grupo de apoio para LGBTs iraniano. Ele diz receber centenas de pedidos de ajuda por semana. Já auxiliou cerca de mil pessoas a deixar o Irã nos últimos dez anos. Alguns fogem para evitar a cirurgia de readequação sexual, mas outros descobriram que ainda enfrentam preconceito apesar de se submeter ao tratamento. Parsi estima que 45% das pessoas que fizeram a cirurgia não são transexuais, mas gays e lésbicas.
'O que é ser lésbica?'
Eis um exemplo: recentemente, uma mulher o consultou com dúvidas sobre a cirurgia. Ele perguntou se ela era transexual ou lésbica. Ela não sabia responder, porque ninguém nunca havia lhe explicado o que era "ser lésbica".
Marie, de 37 anos, deixou o Irá há cinco meses. Ela cresceu como menino, Iman, mas estava confusa sobre sua sexualidade e foi declarada por um médico iraniano como sendo 98% do sexo feminino. Por isso, acreditou que precisaria da cirurgia.
A terapia hormonal parecia ter-lhe trazido mudanças positivas, como o crescimento dos seios. "Isso me fez sentir bem", diz. "Eu me senti bonita."
Finalmente, Marie submeteu-se à operação - e veio a sensação de estar "fisicamente danificada".
Ela se casou com um homem, mas a relação terminou rapidamente. Assim como qualquer esperança de que a vida como mulher seria melhor.
"Antes da cirurgia, as pessoas me viam e diziam: 'Ele é tão feminino, ele é tão feminino'", diz Marie.
"Após a operação, sempre que eu queria me sentir como mulher, ou me comportar como mulher, todo mundo dizia: 'Ela se parece com um homem, ela é viril'. (A cirurgia) não ajudou a reduzir os meus problemas. Pelo contrário."
Marie diz que, se "estivesse em uma sociedade livre, gostaria de saber se seria como sou agora e se eu teria mudado meu sexo".
"Não tenho certeza", responde.
"Estou cansada. Cansada de toda a minha vida. Cansada de tudo."
Marie diz que a cirurgia de mudança de sexo lhe deixou com a sensação de estar "fisicamente danificada".
Criado no Irã, Donya manteve seu cabelo raspado ou curto e usava bonés em vez de lenços. Chegou a visitar um médico para tentar interromper sua menstruação.
"Eu era muito jovem e realmente não me entendia", diz. "Pensei que se pudesse parar minha menstruação, ficaria mais masculina".
Se policiais pedissem sua identidade e notassem que ela era mulher, diz, iriam censurar-lhe: "Por que você está assim? Vá mudar seu sexo".
Esta tornou-se sua ambição. "Eu estava sob tanta pressão que queria mudar meu sexo o mais rápido possível", diz.
Por sete anos, Donya submeteu-se a um tratamento hormonal que lhe engrossou a voz e lhe fez crescer pelos no rosto.
Mas quando os médicos propuseram a cirurgia, ela conversou com amigos que haviam se submetido à operação e tinham enfrentado "muitos problemas". Começou a se questionar se essa era a melhor opção para ela.
"Eu não tinha acesso fácil à internet. Muitos sites são bloqueados. Comecei a pesquisar com a ajuda de alguns amigos que estavam na Suécia e na Noruega", conta.
"Comecei a me conhecer melhor... Eu aceitei que era lésbica e estava feliz com isso".
Mas viver no Irã como homem ou mulher fora do armário é impossível. Donya, agora com 33 anos, fugiu para a Turquia com seu filho de um breve casamento, e depois para o Canadá, onde recebeu asilo.
Não é uma política oficial do governo iraniano forçar lésbicas, gays, bissexuais ou travestis a fazerem cirurgia de readequação sexual, mas a pressão pode ser intensa.
Em 1980, o fundador da República Islâmica, o aiatolá Khomeini, emitiu uma fatwa - uma legislação islâmica - permitindo a cirurgia de readequação sexual. Aparentemente, após ser convencido em um encontro com uma mulher que disse estar presa no corpo de um homem.
'Doentes'
Shabnam - nome fictício - é psicóloga em uma clínica estatal do Irã e diz que lésbicas e gays acabam sendo forçados a fazer a cirurgia. Médicos são orientados a dizer que eles estão "doentes" e precisam de tratamento. Pacientes lésbicas, gays, bissexuais e travestis são encaminhados a clérigos para que sua fé seja fortalecida.
As autoridades "não sabem a diferença entre identidade e sexualidade", explica Shabnam.
Não há informações confiáveis sobre o número de operações de readequação sexual realizadas no Irã. Khabaronline, uma agência de notícias alinhada com o governo, disse que os números subiram de 170 em 2006 para 370 em 2010. Mas um médico de um hospital iraniano disse à BBC que só ele realiza mais de 200 dessas operações todos os anos.
Em outros países, mudar a sexualidade de uma pessoa é um processo complexo, que envolve psicoterapia, tratamento hormonal e, algumas vezes, grandes operações - durando anos.
Nem sempre é o caso no Irã.
"Eles (as autoridades) mostram o quão fácil pode ser", diz Shabnam. "Prometem te dar documentos legais e, mesmo antes da cirurgia, permissão para andar na rua vestindo o que quiser. Prometem te conceder um empréstimo para pagar a cirurgia", exemplifica.
Os defensores destas políticas oficiais salientam o lado positivo das medidas, argumentam que transexuais iranianos recebem ajuda para ter uma vida decente e que gozam de mais liberdade do que em muitos outros países.
Mas a preocupação é que a cirurgia de readequação sexual esteja sendo oferecida para pessoas que não se são transexuais - e sim lésbicas, gays, bissexuais e travestis.
"Está ocorrendo uma violação de direitos humanos", acredita Shabnam. "O que me deixa triste é que as organizações que deveriam ter um propósito humanitário e terapêutico podem estejam do lado do governo ao invés de olhar para o ponto de vista das pessoas."
Ovelha negra
Psicólogos sugeriram uma cirurgia de readequação sexual para Soheil, um jovem gay iraniano de 21 anos. A família exerceu grande pressão para que ele concordasse com a operação.
"Meu pai veio me visitar em Teerã com dois parentes", diz ele. "Eles fizeram uma reunião para decidir o que fazer sobre mim. Disseram: 'Ou você muda seu sexo ou vamos te matar. Não deixaremos que você viva nessa família'". Soheil foi mantido em casa, na cidade portuária de Bandar Abbas, sob vigilância da família. Um dia antes da operação, conseguiu escapar com a ajuda de amigos. Eles lhe deram um bilhete de avião e o jovem voou para a Turquia.
O país, que não requer vistos de cidadãos iranianos, é muitas vezes o primeiro destino de quem foge. De lá, eles muitas vezes pedem asilo em um terceiro país da Europa ou América do Norte. A espera pode levar anos e, mesmo na Turquia, eles são alvo de preconceito e discriminação, especialmente em pequenas cidades socialmente conservadoras.
Arsham Parsi, que cruzou a fronteira do Irã para a Turquia de trem em 2005, vive na cidade de Kayseri, na região central do país. Ele foi espancado e teve tratamento hospitalar para deslocamenteo de ombro negado simplesmente por ser gay. Depois disso, não saiu de casa por dois meses.
Mais tarde, Parsi se mudou para o Canadá e criou um grupo de apoio para LGBTs iraniano. Ele diz receber centenas de pedidos de ajuda por semana. Já auxiliou cerca de mil pessoas a deixar o Irã nos últimos dez anos. Alguns fogem para evitar a cirurgia de readequação sexual, mas outros descobriram que ainda enfrentam preconceito apesar de se submeter ao tratamento. Parsi estima que 45% das pessoas que fizeram a cirurgia não são transexuais, mas gays e lésbicas.
'O que é ser lésbica?'
Eis um exemplo: recentemente, uma mulher o consultou com dúvidas sobre a cirurgia. Ele perguntou se ela era transexual ou lésbica. Ela não sabia responder, porque ninguém nunca havia lhe explicado o que era "ser lésbica".
Marie, de 37 anos, deixou o Irá há cinco meses. Ela cresceu como menino, Iman, mas estava confusa sobre sua sexualidade e foi declarada por um médico iraniano como sendo 98% do sexo feminino. Por isso, acreditou que precisaria da cirurgia.
A terapia hormonal parecia ter-lhe trazido mudanças positivas, como o crescimento dos seios. "Isso me fez sentir bem", diz. "Eu me senti bonita."
Finalmente, Marie submeteu-se à operação - e veio a sensação de estar "fisicamente danificada".
Ela se casou com um homem, mas a relação terminou rapidamente. Assim como qualquer esperança de que a vida como mulher seria melhor.
"Antes da cirurgia, as pessoas me viam e diziam: 'Ele é tão feminino, ele é tão feminino'", diz Marie.
"Após a operação, sempre que eu queria me sentir como mulher, ou me comportar como mulher, todo mundo dizia: 'Ela se parece com um homem, ela é viril'. (A cirurgia) não ajudou a reduzir os meus problemas. Pelo contrário."
Marie diz que, se "estivesse em uma sociedade livre, gostaria de saber se seria como sou agora e se eu teria mudado meu sexo".
"Não tenho certeza", responde.
"Estou cansada. Cansada de toda a minha vida. Cansada de tudo."
Marie diz que a cirurgia de mudança de sexo lhe deixou com a sensação de estar "fisicamente danificada".
Lady Gaga ajuda amigo a pedir companheiro em casamento durante show na Inglaterra
Vídeo mostra momento em que a cantora parou a apresentação pra chamar ao palco o amigo que é parente de Terry Richardson.
Musa e defensora dos direitos LGBT, Lady Gaga ajudou com um pedido de
casamento, durante show em Manchester, na Inglaterra (assista ao vídeo
abaixo). No meio da apresentação Gaga chamou ao palco Jay, "um amigo
incrível e que é parente do fotógrafo Terry Richardson".
Acompanhado do namorado, Shawn, Jay parecia surpreso quando a cantora começou a falar: "Eu pensei em algo especial para vocês esta noite e, não sei, Shawn, mas algo me diz que Jay tem uma coisa pra lhe perguntar", disse, enquanto Jay se ajoelhava pra pedir Shawn em casamento, levanto o público ao delírio. A trilha sonora? "Born This Way" hino LGBT desde seu lançamento, em 2011, com uma declaração de Gaga sobre o assunto:
"Certa vez, minha gravadora disse que meu show era 'muito gay', eu era 'muito gay', e isso ou aquilo era 'muito gay'. Eu apenas respondi: 'que bom, isso é ótimo. Há gays em toda a parte. São seres humanos reais, com dramas reais e histórias reais. E vocês merecem amar e expressar o seu amor igual a todo mundo."
Acompanhado do namorado, Shawn, Jay parecia surpreso quando a cantora começou a falar: "Eu pensei em algo especial para vocês esta noite e, não sei, Shawn, mas algo me diz que Jay tem uma coisa pra lhe perguntar", disse, enquanto Jay se ajoelhava pra pedir Shawn em casamento, levanto o público ao delírio. A trilha sonora? "Born This Way" hino LGBT desde seu lançamento, em 2011, com uma declaração de Gaga sobre o assunto:
"Certa vez, minha gravadora disse que meu show era 'muito gay', eu era 'muito gay', e isso ou aquilo era 'muito gay'. Eu apenas respondi: 'que bom, isso é ótimo. Há gays em toda a parte. São seres humanos reais, com dramas reais e histórias reais. E vocês merecem amar e expressar o seu amor igual a todo mundo."
Que tal cair na moda Andrógina?
Um estilo diferente e que chama bastante atenção vem tomando conta das ruas de uma forma extraordinária.
Os andróginos tem caracteristicas físicas e, em aditivo, as comportamentais de ambos os sexos e adoram adereços femininos, um exemplo disso e o cantor Jeffree Star.
A primeira vista causam bastante impacto e atraem olhares curiosos.
O estilo andrógino esta crescendo cada vez mais entre os jovens homossexuais, estima-se que 1 a cada 20 adolescentes homossexuais são adeptos ao estilo.
Então resolvemos dar algumas dicas para quem esta aderindo-se a esta moda:
Sobrancelha: Sempre muito bem feita e arqueada, alguns preferem tirar todos os pelos e faze-las com lápis ou outros produtos que fazem o mesmo efeito.
Cabelos: São bastante usados com franja grande, podem ser loiros, ruivos ou multi-coloridos, o que importa e ser algo bem unissex.
Roupas: Sempre cheias de detalhes e brilhos, eles adoram sobrepor peças masculinas e femininas de uma forma que fique algo bem moderno e chamativo.
Gostam muito de saltos, botas, colares, pulseiras e bolsas.
Maquiagem: Abusam de corretivos, pó compacto, sombra e blush, um adrógino que se prese jamais sai de casa sem seu kit de make.
Ser andrógino requer bastante personalidade e atitude pois e um estilo bastante polémico e moderno.
Os andróginos tem caracteristicas físicas e, em aditivo, as comportamentais de ambos os sexos e adoram adereços femininos, um exemplo disso e o cantor Jeffree Star.
A primeira vista causam bastante impacto e atraem olhares curiosos.
O estilo andrógino esta crescendo cada vez mais entre os jovens homossexuais, estima-se que 1 a cada 20 adolescentes homossexuais são adeptos ao estilo.
Então resolvemos dar algumas dicas para quem esta aderindo-se a esta moda:
Sobrancelha: Sempre muito bem feita e arqueada, alguns preferem tirar todos os pelos e faze-las com lápis ou outros produtos que fazem o mesmo efeito.
Cabelos: São bastante usados com franja grande, podem ser loiros, ruivos ou multi-coloridos, o que importa e ser algo bem unissex.
Roupas: Sempre cheias de detalhes e brilhos, eles adoram sobrepor peças masculinas e femininas de uma forma que fique algo bem moderno e chamativo.
Gostam muito de saltos, botas, colares, pulseiras e bolsas.
Maquiagem: Abusam de corretivos, pó compacto, sombra e blush, um adrógino que se prese jamais sai de casa sem seu kit de make.
Ser andrógino requer bastante personalidade e atitude pois e um estilo bastante polémico e moderno.
Universitário vai perder virgindade anal em performance artística para 100 pessoas Jovem ainda não informou seus pais sobre o projeto, que no entanto já foi aprovado pela universidade.
Um estudante de arte da faculdade Saint Martins Art School, em Londres, vai fazer uma performance única.
Clayton Pettet, 19, perderá a virgindade anal na frente de cem pessoas, em uma galeria de Londres.
O nome do projeto é "Art School Stole My Virginity" (escola de arte roubou minha virgindade).
Clayton, que está no segundo ano do curso, contará com a participação de um amigo para colocar a performance em prática. Os dois já avisaram que vão usar camisinha.
"A chave da arte performática é que ela só deve ser performada uma vez. E perder a virgindade é a última coisa que vai acontecer uma única vez na vida de uma pessoa", explicou Clayton em entrevista ao site britânico "Daily Mail".
O jovem britânico, que está há três anos planejando sua performance, pretende fazer uma sessão de perguntas e respostas após o ato sexual.
"Eu segurei minha virgindade por 19 anos e não vou perdê-la levianamente. É como se eu estivesse perdendo na verdade o estigma que há em torno disso", justificou o artista, que está sendo criticado por sua ideia, considerada controversa.
"Culturalmente, damos muito valor à questão da virgindade e eu decidi usar a minha para criar uma obra única, com a qual pretendo estimular o debate sobre esse tema", acrescentou.
Apesar de ter saído na imprensa, Clayton ainda não informou seus pais sobre o projeto, que no entanto já foi aprovado pela universidade.
Clayton Pettet, 19, perderá a virgindade anal na frente de cem pessoas, em uma galeria de Londres.
O nome do projeto é "Art School Stole My Virginity" (escola de arte roubou minha virgindade).
Clayton, que está no segundo ano do curso, contará com a participação de um amigo para colocar a performance em prática. Os dois já avisaram que vão usar camisinha.
"A chave da arte performática é que ela só deve ser performada uma vez. E perder a virgindade é a última coisa que vai acontecer uma única vez na vida de uma pessoa", explicou Clayton em entrevista ao site britânico "Daily Mail".
O jovem britânico, que está há três anos planejando sua performance, pretende fazer uma sessão de perguntas e respostas após o ato sexual.
"Eu segurei minha virgindade por 19 anos e não vou perdê-la levianamente. É como se eu estivesse perdendo na verdade o estigma que há em torno disso", justificou o artista, que está sendo criticado por sua ideia, considerada controversa.
"Culturalmente, damos muito valor à questão da virgindade e eu decidi usar a minha para criar uma obra única, com a qual pretendo estimular o debate sobre esse tema", acrescentou.
Apesar de ter saído na imprensa, Clayton ainda não informou seus pais sobre o projeto, que no entanto já foi aprovado pela universidade.
Jean Wyllys apresentará programa sobre sexualidade e liberdades individuais na TV paga
"Cinema em Outras Cores" estreia dia 13/11 no Canal Brasil.Na estreia, Jean Wyllys conversa com os telespectadore em um bate-papo ao vivo.
No dia 13/11, às 23h30, Jean Wyllys reforça o time do Canal Brasil. "Cinema em Outras Cores" levanta temas polêmicos mas pouco discutidos em nossa sociedade. Na estreia, Jean conversa com os telespectadore em um bate-papo ao vivo.
O jornalista e professor propõe uma reflexão acerca da diversidade sexual ao revelar diferentes olhares sobre o tema. Com curadoria do próprio Jean, foram selecionados 13 curtas-metragens que retratam as dores, os amores, as lutas e as esperanças de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. A atração aborda ainda temas polêmicos, dentre eles a legalização da maconha.
Além da exibição dos curtas-metragens, o apresentador recebe diretores, roteiristas e atores vindos de todas as regiões do Brasil para uma conversa sobre suas obras. Robert Guimarães, Daniel Ribeiro, René Guerra, Paula Lice, Fábio Audi e Bárbara Roma são alguns dos nomes confirmados para a primeira temporada.
Também político e escritor, Jean Wyllys traz às telas uma temática já muito presente em seu ativismo contra a intolerância e em favor das liberdades civis. Com longo histórico na defesa de movimentos LGBT, negro e de mulheres, o jornalista recebeu em 2013 o Troféu Nelson Mandela, por sua atuação em defesa da igualdade. Em 2014, pela segunda vez, foi eleito Personalidade LGBT do Ano, pelo DiverCidade Maravilhosa, além de premiações em reconhecimento pelo seu trabalho como deputado federal.
Para celebrar a data de estreia, o Canal Brasil realiza uma edição especial do Cine Chat. Seguindo a proposta de aproximar o público dos realizadores de suas produções, o assinante pode assistir ao programa e conversar ao vivo com Jean Wyllys no site do Canal Brasil, durante e após a exibição.
No dia 13/11, às 23h30, Jean Wyllys reforça o time do Canal Brasil. "Cinema em Outras Cores" levanta temas polêmicos mas pouco discutidos em nossa sociedade. Na estreia, Jean conversa com os telespectadore em um bate-papo ao vivo.
O jornalista e professor propõe uma reflexão acerca da diversidade sexual ao revelar diferentes olhares sobre o tema. Com curadoria do próprio Jean, foram selecionados 13 curtas-metragens que retratam as dores, os amores, as lutas e as esperanças de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. A atração aborda ainda temas polêmicos, dentre eles a legalização da maconha.
Além da exibição dos curtas-metragens, o apresentador recebe diretores, roteiristas e atores vindos de todas as regiões do Brasil para uma conversa sobre suas obras. Robert Guimarães, Daniel Ribeiro, René Guerra, Paula Lice, Fábio Audi e Bárbara Roma são alguns dos nomes confirmados para a primeira temporada.
Também político e escritor, Jean Wyllys traz às telas uma temática já muito presente em seu ativismo contra a intolerância e em favor das liberdades civis. Com longo histórico na defesa de movimentos LGBT, negro e de mulheres, o jornalista recebeu em 2013 o Troféu Nelson Mandela, por sua atuação em defesa da igualdade. Em 2014, pela segunda vez, foi eleito Personalidade LGBT do Ano, pelo DiverCidade Maravilhosa, além de premiações em reconhecimento pelo seu trabalho como deputado federal.
Para celebrar a data de estreia, o Canal Brasil realiza uma edição especial do Cine Chat. Seguindo a proposta de aproximar o público dos realizadores de suas produções, o assinante pode assistir ao programa e conversar ao vivo com Jean Wyllys no site do Canal Brasil, durante e após a exibição.
Transexual que ganhou Eurovision se encontra com secretário-geral da ONU
Conchita Wurst chamou a atenção internacional ao ganhar o festival com a canção “Rise Like a Phoenix”.
A cantora transexual austríaca Conchita Wurst encontrou-se nesta segunda-feira 3 de novembro com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Antes da conversa, Conchita apresentou-se na sede das Nações Unidas em Viena (Áustria). Na ocasião, o dirigente da ONU fez um discurso sobre a tolerância e os direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Conchita Wurst chamou a atenção internacional ao ganhar o Festival Eurovision de 2014 com a canção “Rise Like a Phoenix”.
A cantora transexual austríaca Conchita Wurst encontrou-se nesta segunda-feira 3 de novembro com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Antes da conversa, Conchita apresentou-se na sede das Nações Unidas em Viena (Áustria). Na ocasião, o dirigente da ONU fez um discurso sobre a tolerância e os direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Conchita Wurst chamou a atenção internacional ao ganhar o Festival Eurovision de 2014 com a canção “Rise Like a Phoenix”.
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Candidata de São Paulo vence edição do Miss Brasil Gay versão Nordeste Pietra Accioly foi a primeira colocada em concurso realizado em Salvador. 2º lugar ficou com a representante de Tocantins e 3º foi para a Paraíba.
A figurinista de São Paulo Pietra Accioly foi a vencedora do concurso
Miss Brasil Gay versão Nordeste, realizado na noite de segunda-feira
(3), em Salvador. A cerimônia do evento, que completou 20 anos,
aconteceu no Teatro Vila Velha, localizado no centro da capital baiana.
O concurso organizado e apresentado Bagageryer Spielberg reuniu 20 candidatas que desfilaram em trajes típicos de vários estados brasileiros.
Como novidade para este ano, todas as misses vencedoras das edições anteriores puderam votar.
Entre as juradas estava a homenageada da noite, Marta Vasconcelos, vencedora em 1968 do Miss Brasil e Miss Universo.
Ao final do evento, a atual Miss Brasil Gay, a manauara Letícia Freittas, passou a faixa para grande vencedora da noite. O segundo lugar ficou com a representante do Tocantins e o terceiro lugar para a Paraíba.
O concurso organizado e apresentado Bagageryer Spielberg reuniu 20 candidatas que desfilaram em trajes típicos de vários estados brasileiros.
Como novidade para este ano, todas as misses vencedoras das edições anteriores puderam votar.
Entre as juradas estava a homenageada da noite, Marta Vasconcelos, vencedora em 1968 do Miss Brasil e Miss Universo.
Ao final do evento, a atual Miss Brasil Gay, a manauara Letícia Freittas, passou a faixa para grande vencedora da noite. O segundo lugar ficou com a representante do Tocantins e o terceiro lugar para a Paraíba.
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